sexta-feira, 25 de maio de 2012

Deus é Santo!


( …) nem os céus são puros aos seus olhos. Jó 15.15

Escrever aos amados leitores nem sempre é tarefa fácil, pois considero uma arte e um dom fazer “o importante se tornar interessante”. Que Deus me ajude a conseguir fazer tal coisa.

Não é segredo nem novidade para muitos que essa geração de cristãos tem estado extremamente aquém do Evangelho verdadeiro. Contudo para se saber as razões e o “porquê” disso, é necessária uma leitura teológica e espiritual de nossa parte. Tem-se feito muitas especulações a esse respeito, mas creio que a ignorância do conhecimento de Deus é uma das maiores causas desse “cristianismo não evangélico” atual. Entendendo assim, anseio transmitir ao seu coração algo a respeito do Senhor nosso Deus, e de Sua natureza.

Sinto-me desafiado, pois creio ser uma tarefa dificílima escrever algo sobre um ser que supera – em muito, e em absoluto – nossa limitada capacidade de compreensão. Tampouco quero presumir por Deus, pois se assim fizer não acrescentarei nada mais que declarações vagas e infundadas. Tenho visto muitos cometerem erros ao tentar conjecturar ou mesmo, através de estudos minuciosos, acharem que podem pensar por Deus. Que o Senhor me guarde de fazer o mesmo.

Pretendo falar sobre essa declaração bombástica extraída do livro de Jó: a santidade de Deus. Talvez seja o atributo que mais defina o caráter de Deus: Sua santidade. 

A qualidade de ser santo, incomparável, inatingível, inimaginável, absoluto, inexpugnável, eterno, infinito em glória e poder, excelso, augusto, incomensurável, em fim, Deus é santo!

Todavia, a declaração de Jó 15.15 eleva essa santidade de Deus em um grau que certamente não temos condições de compreender, pois o texto diz que: “nem o céus são puros aos seus olhos”, isto é, nem o céu é santo o suficiente para Ele! Isso posiciona Deus e Sua santidade em uma esfera tão elevada, que nossa mente e coração não podem assimilar ou suportar tal ciência.

Nada criado se equivale à santidade de Deus, nem mesmo o próprio céu! Uma declaração semelhante feita por Salomão nos deixa ainda mais perplexos quanto à glória e a santidade de Deus: “Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter (…)” (1Re 8.27).

Nem o céu dos céus, nem a habitação de Deus com seus santos anjos, arcanjos, querubins, serafins, é santa o suficiente para conter a Santidade e a Glória de Deus! Estou tentando te mostrar nessas linhas escritas, que Deus é um ser tão santo – mas tão santo – que nem mesmo aquilo que Ele criou com a máxima perfeição pode se equivaler à Sua santidade.

Confesso que ao mesmo tempo em que isso é maravilhoso é também assustador, chocante e até aterrorizante, saber que Deus é tão santo assim!

Mas você pode perguntar: o que há de assustador em saber que Deus é santo?

É assustador, porque podemos ter uma ideia da dimensão e da extensão das nossas ofensas proferidas a esse Deus santo! Nossas ofensas, delitos, transgressões e pecados atacam diretamente a Sua santidade, e se tornam muito mais graves e profundos do que imaginamos. Temos ofendido um Deus santo, ignorado Seus valores, atributos, agimos com desdém, temos colocado Ele em uma posição humana, amando assim mais a criatura do que o criador (Rm 1.25).

Não respeitamos Sua onipresença, aliás, você sabe o que isso quer dizer? Significa que Deus está em todo lugar e em todo momento contemplando tudo e todos, inclusive nossos pensamentos. Pense: todas as nossas ações profanas e reprováveis são feitas diante dos seus olhos, na sua própria presença! Já pensou nisso alguma vez?

Não o temos honrado como Lhe é devido, não temos tributado a glória que Lhe é devida, não temos tido zelo pelo Seu nome e Sua santidade, como Jesus nos ensinou: “santificado seja o seu nome” (Mt 6.9). Eu estou dizendo diretamente da Sua Pessoa! Deus não é uma coisa ou um ser abstrato, Ele tem personalidade, atributos, caráter, vontade, um reino celeste, Dele vêm leis e ordens a serem obedecidas, quando é que vamos acordar pra isso?

A grande verdade é que a maioria das coisas que fazemos, não é tendo em mente e como fim a santidade de Deus, melhor dizendo: Deus é quase a última pessoa que pensamos quando estamos envolvidos na rotina da nossa vida. Não há qualquer preocupação com a Sua pessoa, se Ele está sendo ofendido ou esquecido o se a Sua santidade está sendo zelada ou não! Nem sequer sabemos que estamos a ofendê-Lo e muito menos temos noção da envergadura de tal ofensa! Talvez esse seja o maior pecado da humanidade: a ignorância De Deus!

 E mais, vocês da classe acadêmica e intelectualizada, tem feito de Deus nada mais que um objeto de estudo, com o intuito de defenderem suas teses e teorias. Quando deveriam estar gravando seus nomes nos corredores dos céus, esforçam-se por inscrevê-los apenas nos anais do saber!

No entanto, o pior não é isso! Tal maneira de viver traz consequências severas e gravíssimas, pois quando cometemos delitos na Terra, por exemplo, furtos, roubos, calúnias, homicídios, esses diversos delitos são punidos de conformidade com a gravidade dos mesmos, contudo a punição é aqui na Terra e, por certo período de tempo, e toda essa sanção e pena é justa de acordo com nossas leis.

Agora as ofensas que estão aqui em questão não foram feitas a um homem mortal, a uma repartição humana, a um animal ou meio ambiente, nem mesmo a um cristão piedoso. As ofensas que tratamos aqui foram e são feitas contra um Deus santo! Quando ofendemos um ser santo, eterno, perfeito, cheio de glória, a punição (pena) de equivaler-se à ofensa, e essa punição será de âmbito eterno!

É exatamente a esse Deus descrito acima que temos ignorado e pecado descaradamente, sem levar em conta Sua glória e santidade excelsas. Trata-se de uma afronta e Deus não tolerará algo que ofenda Sua santidade!

Agora, é maravilhoso, pois ao sabermos em parte a dimensão da Sua santidade e glória – que são infinitas – também podemos ver a dimensão do Seu amor e graça, porque mesmo sendo tão santo e magnífico se revelou à mais indigna criatura: o homem caído.

Ó Deus, que Cristianismo estamos vivendo! Seu Nome está sendo escarnecido! Seus santuários profanados! Sua Lei distorcida! Seu espírito blasfemado! Vivemos em um mundo que ninguém te conhece! Por isso pecamos desenfreadamente contra Ti, Meu Deus! Sem mesmo termos a dimensão do tamanho desses pecados, pois não conhecemos a Ti nem Sua santidade. Ó Deus, nos perdoe, livre-nos da ignorância.  Pois por mais que tudo que o Senhor formou ou deixou seja belo, justo e bom, não se equivalem ao Seu amor, Sua justiça e Sua santidade, para a qual devemos viver, amar, e entregar totalmente nossas vida. Amém!

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1Co 10.31).

Fonte: www.defesadoevangelho.com.br


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Crianças Estupradas e Sodomizadas em Páginas do Facebook

Crianças Estupradas e Sodomizadas em Páginas do Facebook

dark_side_of_FB(MATERIAL EXPLÍCITO: Esta reportagem contem detalhes explícitos de abuso sexual de crianças, conforme mostrado em várias páginas do Facebook. O WND imediatamente denunciou imagens de pornografia infantil e abuso sexual de crianças ao FBI. As fotografias censuradas aqui publicadas estão entre as mais moderadas que encontrados.)

Ela é baixinha, morena, com olhos castanhos, mal completou 10 anos, e está nua; posando para o homem que a estuprou e trocou sua foto como moeda com milhares de predadores insaciáveis no Facebook.

A menina não sorri, porque sabe o que virá depois. Seu agressor irá compartilhar fotos e ganhar o direito de se vangloriar diante de milhares de outros depravados iguais a ele, que irão trocar suas próprias fotos eróticas (geralmente enviadas de celulares) de meninos e meninas que eles estupram.

Ela é linda. Aliás, poderia ser sua filhinha ou sua irmã mais nova. Seus cachinhos pendem sobre a sua jovem pele. Seu corpo nu mostra claramente que ainda não se desenvolveu. Mas tornou-se um brinquedo sexual, uma figurinha colecionável para adultos, um meio de excitar depravados sexuais pelo mundo.

Existem muitas outras meninas e meninos como ela; não em alguma revista vulgar nos fundos de uma livraria adulta, nem em um vídeo caseiro do Bairro das Luzes Vermelhas, nem nos becos de Bangladesh, mas em páginas de uma das mais bem sucedidas entre as novas empresas de internet no mundo.

Descubra o lado negro do Facebook, uma empresa onipresente com sede nos Estados Unidos, que está para fazer uma oferta pública inicial em que se espera avaliar a empresa em 100 bilhões dólares.

Criança de 12 anosImagens explícitas de crianças sexualizadas menores de 12 anos e de adultos estuprando crianças são colecionadas entre círculos de pedófilos no Facebook. Os print-screens publicados estão entre os mais “leves” dos que foram achados

Outro perfil mostra um garotinho de certa de 8 anos, que se parece com um jovem esportista ou escoteiro da vizinhança. Ele foi forçado a se despir em uma cama, segurar os tornozelos atrás da cabeça para que seu captor fotografasse sua genitália e seu ânus.

Outro garoto, de cerca de 12 anos, está deitado de barriga para baixo em uma cama enquanto um homem adulto o penetra. A foto foi enviada por um celular, tirada ao vivo por uma terceira pessoa no quarto que observava o estupro da criança e enviava a imagem ao Facebook.

Em outras páginas, os depravados da pornografia infantil compartilhavam uma foto de duas meninas nuas se beijando e trocando carícias em um ambiente externo. Outro menino ainda, que aparenta cerca de 4 anos, recebendo sexo oral de uma criança cerca de dois anos mais velha.

Outras crianças na mesma faixa etária são mostradas sodomizando umas as outras, ou sendo estupradas por homens ou mulheres adultas, com links das fotos e vídeos postados no Facebook. Álbuns inteiros de meninos e meninas explorados estão visíveis para o público e compartilhadas com um mero clique.

KidsexUm usuário do Facebook identificado como “Kidsex Young” rapidamente adiciona outros com interesses similares para trocarem fotos e vídeos de abusos

Na página do Facebook chamada de “Kidsex Young”, um homem pergunta aos outros, “Vamos trocar vídeos?” Outro usuário posta o vídeo de um homem nu acariciando um bebê em uma cama.

Perfil de um Predador do Facebook

Como parte de uma investigação secreta, o WND utilizou perfis falsos no Facebook e localizou dezenas de imagens de pornografia infantil após adicionar vários prováveis pedófilos e predadores que trocam milhares de fotos pornográficas na rede social.

Durante a investigação, comunidades inteiras de predadores foram facilmente encontradas no Facebook. Os pornógrafos infantis utilizam os grupos como pontos de encontro para encontrar outros com interesses similares. 

Muitos dos agressores listam interesses similares em seus perfis, incluindo termos como “treze”, “Lolita”, “Justin Bieber”, “incesto” e “PTHC” (sigla em inglês para “pornografia explícita pré-adolescente”). Suas atividades podem incluir “Receber fotos eróticas”, e assinam páginas de fãs explícitas no Facebook, postadas à vista de todos.

Pedobear6“PedoBear”, desenho de um urso pedófilo, utilizado por pedófilos para identificarem um ao outro no Facebook

Na maioria dos casos, pedófilos e pessoas que compartilham pornografia infantil possuem dois tipos de amigos:  

1) pervertidos sexuais que possuem interesses similares e  

2) crianças inocentes que eles encontraram e adicionaram no Facebook. Muitos predadores estabelecem um relacionamento virtual com uma criança, convencem-nas a enviar fotos provocantes ou até mesmo as convencem a se encontrar com eles pessoalmente.

Os nomes abaixo são de grupos e páginas reais atualmente ou anteriormente disponíveis para usuários do site de todo o mundo:

Kidsex Young
Preteen Lesbians
10-17 Teen Bisexual
Incest (“curtido” 2,119 vezes em 19 de abril de 2012)
PTHC (preteen hard-core pornography)
12 to 13 Boy Sex
Young Gay Pics and Movie Trade
Gangbanging
Hot and Teen Lesbians
Bl*wjob Fan Page (curtido 1,662 vezes em 20 de abril de 2012, a maioria por meninas e algumas jovens aparentemente adolescentes)
Young Lesbians
Teen Sex
Love Little Kids
I.ncest Forever
Menfor Babygirls
Sex Little Girls
Nude Teens
F**k Young Girls
F**k Young Boys

Como o nome sugere, o “PedoBear” é um desenho de um urso pedófilo, utilizado por pedófilos para identificarem um ao outro no Facebook. No momento dessa reportagem, havia 267.064 páginas “curtidas” de dezenas de páginas cheias de grupos que continham o termo “PedoBear”. Em alguns desses grupos, o WND encontrou imagens bastante preocupantes.

Parece haver poucas restrições a esses grupos pela rede social.

Apesar de repetidas solicitações, o Facebook não respondeu as ligações telefônicas e e-mails do WND a respeito das numerosas imagens, vídeos ou páginas explícitas direcionadas a depravados sexuais.

Likem_Young

Michelle Collins é vice-presidente da divisão da exploração de crianças no Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas, conhecida pela sigla em inglês NCMEC. O Ministério da Justiça dos EUA financia a organização sem fins lucrativos, que mantém um canal para denúncias de pornografia infantil e envia as pistas para as agências de segurança apropriadas.

Ela disse ao WND que o NCMEC recebe denúncias de todas as redes sociais.

“Se eles obtiverem conhecimento, a lei exige que denunciem”, afirma Collins. “Com a natureza global disso e com empresas do tamanho do Google, Facebook e outros, há indivíduos utilizando seus sistemas de todas as partes do globo. Então, em muitos casos, recebemos denúncias de empresas que indicavam que imagens de pornografia infantil eram enviadas de [locais pelo mundo]… A média no ano passado foi de cerca de três dias para que o conteúdo fosse removido”.

Ao ser perguntada se as páginas e grupos explícitos do Facebook poderiam agravar o problema, permitindo que milhares de predadores de crianças interagissem para trocar fotos, Collins acredita que sim: 

“Existem palavras-chave que indicam que indivíduos com interesses comuns por crianças estariam debandando para… Acredito que essa é uma razão muito boa”.

Menfor_Babygirls

Por trás das Imagens

A maioria desses predadores não está simplesmente procurando imagens de pornografia infantil. Em um estudo conduzido em 2007 pela Agência Federal de Prisões, no qual psicólogos conduziram uma pesquisa de opinião detalhada sobre o comportamento sexual de criminosos virtuais, 85% deles afirmaram ter cometido abuso sexual contra menores, de toques inapropriados a estupros.

O Ministério da Justiça dos EUA explica: “Na maioria dos casos de pornografia infantil, o abuso não é um acontecimento que ocorreu uma única vez, mas uma vitimização contínua que progride ao longo de meses ou anos.  É comum que os produtores de pornografia infantil cuidem de crianças ou cultivem um relacionamento com a criança, para com o tempo gradualmente sexualizar o contato. O ato de cuidar estimula uma falsa sensação de confiança e autoridade sobre uma criança com vista a insensibilizar ou quebrar sua resistência ao abuso sexual”.

Pedobear_photoEssa foto foi encontrada em um álbum postado em um dos vários perfis do “PedoBear”, personagem de desenho que os pedófilos utilizam para identificarem um ao outro

Richard Lepoutre esteve ativamente envolvido na luta para proteger crianças do abuso sexual por mais de 25 anos, e é cofundador da luta contra pedófilos no Facebook com a campanha Parem com a Pornografia Infantil no Facebook. Ele também trava uma batalha contra a exploração comercial do sexo por meio do seu trabalho nas campanhas Stop Online Exploitation (Parem com a Exploração Online) e Men Against Prostitution and Trafficking (Homens Contra a Prostituição e o Tráfico).

“Não é apenas uma questão de imagens”, afirma Lepoutre. “Na maioria dos casos, essas imagens estão associadas a crianças abusadas sexualmente. Sabemos que isso é o que está acontecendo. Eu teria o cuidado de não caracterizar isso como pessoas ruins tirando fotografias de menininhas nuas ou seminuas. É muito mais do que isso, porque em quase todos os casos essa sessão fotográfica é a foto ou a filmagem do estupro de fato da criança”.

O colaborador de Lepoutre nessa batalha contra a pornografia infantil é Raymont Bechard, autor de “The Berlin Turnpike: A True Story of Human Trafficking in America,” (“Pedágio de Berlim: Uma História Verídica do Tráfico de Pessoas nos Estados Unidos”), uma análise histórica da exploração comercial do sexo e do seu lugar dentro de todas as comunidades americanas. 

Berchard também escreveu “Unspeakable: The Truth Behind the World's Fastest Growing Crime” (“Inominável: A Verdade por Trás do Crime que Mais Cresce no Mundo”). Ele lançou a campanha Men Against Prostitution And Trafficking, uma comissão de ação política contra o tráfico de pessoas nos EUA, e é cofundador da Stop Child Porn on Facebook.

Em “The Berlin Turnpike”, Bechard explica: “Sites de redes sociais como Facebook, MySpace e Twitter mudaram o jogo completamente. Com uma enorme popularidade (e crescendo a cada dia que passa), esses sites gratuitos oferecem ferramentas muito poderosas para homens que compram sexo, cafetões e pedófilos que colecionam pornografia infantil. Em um estratagema de marketing brilhantemente tortuoso, cafetões utilizaram esses sites de maneira que os homens não precisam mais procurar mulheres nas esquinas ou na internet. Por meio das redes sociais, as mulheres vão a eles…

“Muito mais flagrante foi a utilização do Facebook por pedófilos para se conectarem uns aos outros pelo mundo e trocarem material sexualmente explícito de crianças, outra forma de tráfico de pessoas, conforme legislação americana”.

Forbidden_Incest_group_postingEm um grupo do Facebook chamado de “Forbidden Incest” (Incesto Proibido), uma “adolescente” demonstra interesse por um “papai amoroso” e recebe resposta de vários pretendentes

Bechart observa que um perfil do Facebook do início de 2011, sob o nome fictício de “Marcos Teia”, tinha mais de 500 “amigos” que trocavam fotos. Uma das primeiras imagens de sua galeria retrata uma criança de apenas 6 ou 7 anos.

“Ela não estava sorrindo na foto. Com a cabeça levemente inclinada para a direita, olhava envergonhada para a câmera. Seu cabelo estava arrumado em alto estilo, com fitas verdes e amarelas. Além da maquiagem, estava usando batom, lápis de olho e sombra. Estava em um ambiente externo, com o céu azul e colinas não identificadas no fundo. Segurava um boneco inflável do Patolino. E estava completamente nua”.

A coleção crescia a cada hora que passava. Depois que o perfil de “Marcos Teia” foi denunciado, desapareceu temporariamente, mas logo ressurgiu.

“Um dia ele estava no Facebook com centenas de amigos, cujos perfis também exibiam fotografias sexualmente explícitas de crianças e adultos no site da rede social, e no dia seguinte havia desaparecido. Poucos dias depois estava de volta, ávido por aceitar solicitações de amigos de quem quer que fosse”.

Bechard também encontrou o perfil de um “Marcos Robson”.

“As fotografias eram imagens explícitas de meninas, aparentando a idade de 3 a 9 anos”, explica. “As imagens mostravam essas meninas envolvidas em sexo vaginal, oral e anal. Algumas estavam imobilizadas com silver tape. De acordo com o mural do grupo, “sex little girls” tinha 51 membros e o número de fotos havia aumentado para 37, incluindo uma que parecia ser uma menina recém-nascida e a genitália de um homem adulto”.

IncestForeverOs depravados sexuais utilizam páginas como a “I.ncest Forever” (“Incesto para Sempre”) para se encontrarem com outros que têm interesses similares

Fazendo Anúncios de Sites de Pornografia Infantil

Bechard disse ao WND que os colecionadores de pornografia infantil estão lucrando com a postagem no Facebook de links externos para suas galerias de vídeos no Facebook.

“Muitas dessas pessoas possuem galerias secretas e links para vídeos que baixaram ou fizeram eles próprios”, afirma. “É aí que eles ganham dinheiro, com vídeos”.

Planet
Durante uma investigação do WND, era comum encontrar links para sites externos de pornografia infantil, com títulos de fotos e vídeos. Abaixo estão alguns desses títulos:

“Arabian boy f–k his neighbor 13 yo” (“Menino árabe f**e seu vizinho de 13 anos”)
“Mom seduces son in bedroom” (”Mãe seduz filho no quarto”)
“Arabian teacher rapes his student” ("Professor árabe estupra aluno”)
“Boys f–k each other” (“Meninos f***ndo”)
“Arabian boy f–k his younger brother in the a–” (“Menino árabe f**e irmão mais novo no c*”)
“Circumcision of boys” (“Circuncisão de meninos”)

O administrador do grupo “Planet-of-Boys” (“Planeta dos Meninos”), postou um informe aos seus visitantes da sua página do Facebook:

“Visite nosso blog e bate-papo ao vivo, onde pessoas que amam meninos compartilham e-mails e links em segurança; você pode ser excluído se fizer isso no facebook, mas em nosso blog você não será excluído e irá se divertir o tempo todo”.

“Eles não faziam ideia de que isso existia”

Bechard disse que um dos maiores obstáculos é o de superar a falta de conhecimento do público sobre a pornografia infantil no Facebook.

“Um dos problemas é o fato de poucas pessoas sequer saberem que esse problema existe”, afirma. “Ninguém sabe disso”.

Bechard e Lepoutre informaram aos gabinetes de congressistas que trabalham na área de abuso infantil e exploração comercial do sexo a respeito da pornografia infantil no Facebook.

“Eles não faziam ideia de que isso existia, porque todos confessaram que adoram o Facebook”, afirma Bechard. “A rede social os ajuda a se elegerem ou a evitar que outros se elejam. Todo mundo utiliza o meio”.

Segue uma reportagem local a sobre a assustadora tendência:

As pessoas que se importarem podem fazer o seguinte:




Se você deparou com algum conteúdo que aparente ser de pornografia infantil, denuncie imediatamente ao Centro de Denúncias de Crimes Virtuais do FBI.

Fonte: JulioSevero

domingo, 20 de maio de 2012

Álcool é Mais Prejudicial até os 24 anos

bebendo-bar

Estudo diz que antes dessa idade o cérebro ainda está em formação e seria mais vulnerável às drogas.

Uma série de estudos médicos que acaba de ser publicada pela revista científica The Lancet é categórica ao afirmar que a adolescência dura até os 24 anos de idade. É apenas nessa idade que o desenvolvimento do cérebro é completado. Isso significa, dizem os autores, que em pessoas mais jovens o cérebro também é mais sensível aos efeitos do álcool, do tabaco, e de outras drogas.

Segundo o estudo, menores de 24 anos “não apenas viciam com mais facilidade como também sofrem uma perda maior de neurônios” por causa das drogas. Os pesquisadores ressaltam que, por outro lado, é justamente entre 18 e 24 anos que os jovens mais consomem álcool.  

Nessa faixa etária, no Brasil, cerca de 78% das pessoas já usaram álcool e 19% delas são dependentes, segundo dados do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).

“A geração atual de jovens vai escolher caminhos diferentes em relação às gerações passadas e vai ter de encarar novos desafios para sua saúde”, diz um dos autores do trabalho do The Lancet, o pesquisador George Patton, da Universidade de Melbourne, na Austrália. Ele afirma que os governos precisam de programas voltados para a saúde dos adolescentes para minimizar os riscos ligados à bebida.

Especialistas brasileiros concordam que a formação cerebral se estende para depois dos 18 anos. “Essa fase, a partir dos 10 ou 12 anos, até os 20 e poucos anos, é de formação. O jovem está deixando de ser criança e, antes de entrar na fase adulta, vai querer experimentar de tudo.  

A droga vai junto nesse contexto”, diz a pesquisadora Maria Lucia Formigoni, chefe do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo e Consultora da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad).

Em muitos países, inclusive no Brasil, a adolescência compreende a época do início da puberdade e os 18 anos. É nessa idade que muitos jovens escolhem uma profissão, por exemplo. É também quando se recebe uma permissão para uma série de atividades, como dirigir e consumir bebidas alcoólicas.

Maria Lucia afirma que, como o cérebro está em fase de maturação na adolescência, o álcool e as drogas tendem a provocar uma sensação de prazer mais expressiva. Nos casos em que o jovem não tem outras fontes de prazer na vida (como atividades culturais, prática de esportes, convivência saudável com família e amigos) esse efeito é ainda mais determinante para o risco de dependência.

“Nessa fase, o jovem não tem capacidade desenvolvida de avaliação de risco. A parte do controle racional não está plenamente desenvolvida”, esclarece Maria Lucia. A especialista lembra ainda que as estratégias de prevenção devem ser específicas para o jovem. Não adianta, por exemplo, alertá-lo que, se beber em excesso, terá mais risco de desenvolver câncer aos 50 anos.

“Não faz sentido falar de consequências à longo prazo para o jovem. Ele é mais imediatista, está interessado no aqui e agora. É preciso saber o que ele valoriza e o que não valoriza e fazer a prevenção em cima de seus valores”, diz.

Reações Intempestivas 

Os riscos relacionados ao álcool nos mais jovens foram apenas um dos elementos avaliados pelos pesquisadores no estudo do The Lancet. Eles também destacam que, antes dos 24 anos, os indivíduos tendem a ter reações mais intempestivas, de modo que “as vitórias e os fracassos afetam a pessoa de maneira mais intensa”.

Os especialistas afirmam que as reações intempestivas nos jovens fazem com que não consigam avaliar as situações “de maneira clara”. 

Isso ocorre, afirma o artigo, por causa de uma maior atividade na área do cérebro que controla o prazer sentido quando o corpo recebe “recompensas” – entre elas estão a comida, o sexo e inclusive as drogas.

Fonte: Jornal da Tarde – Cebrid.

Álcool e Cigarro Podem Levar ao Uso de Outras Substâncias

Bebidas alcoólicas e cigarro podem levar ao uso de outras substâncias

Segundo a ONU, Brasil é o terceiro país da América Latina com o maior número de jovens que consomem álcool.

É comum todo adolescente ter curiosidade de conhecer novidades. É exatamente esse desejo que leva os jovens a embarcarem em um universo muitas vezes perigoso. O alcoolismo e tabagismo é um deles, que em excesso pode ocasionar vícios gravíssimos.

Um estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em comparação com os países da América Latina, o Brasil aparece em terceiro lugar no consumo de álcool entre os adolescentes. 

A pesquisa foi feita com estudantes do Ensino Médio e incluiu 347.771 meninos e meninas, de 14 a 17 anos, do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Peru, Uruguai, Colômbia e Paraguai. Entre os brasileiros, 48% admitiram consumir álcool.

Os adolescentes passam por mudanças significativas na vida, por exemplo, a transição para vida adulta. É nessa fase que os pais têm um papel importante para ajudar os jovens a terem limites em suas atitudes e vontades. Muitas vezes o álcool e o tabaco são a porta de entrada para outros tipos de substâncias. 

De acordo com Ana Cristina de Melo e Souza, psicóloga e Secretária da ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras drogas), o adolescente fica propenso a usar outras drogas devido a facilidade em encontrar essas substâncias.

“Os pais estão menos presentes na vida de seus filhos e quando o jovem já não tem um limite dentro de casa, ele acaba perdendo a noção do certo e errado.  

Quando ele bebe e fuma, automaticamente, ele aumenta sua censura e daí em diante ele já não sabe seus limites e pode vir a consumir outros tipos de substâncias, como a droga”, conta a psicóloga.

É exatamente esse limite que a auxiliar de administração Ana Cláudia do Nascimento tenta passar a seu filho. O estudante Renan de 15 anos, filho de Ana Cláudia, ainda não experimentou nenhum tipo de bebida alcoólica ou cigarro. 

“Nunca bebi nada que tenha álcool. Curiosidade eu tenho, mas além da minha mãe pegar muito no meu pé eu não sinto a necessidade de ser agora” afirma o jovem.

Já a auxiliar diz que essa curiosidade é normal, mas não tem como os pais não sentirem medo da liberdade que os filhos vão adquirindo com o tempo.  

“Não dá para proibi-los de beber ou fumar. O que nós pais podemos fazer é conversar muito com nossos filhos e orientá-los dos perigos que a bebida e o cigarro podem trazer para a saúde”, explica.

Os benefícios da prática de atividades físicas

A prática regular de exercícios físicos é acompanhada por benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.

A inserção em ambientes educativos como a prática de esportes também é uma das sugestões da psicóloga Ana Cristina para manter os jovens longe do álcool e tabaco.  

“Além de ser ótimo para a saúde dos adolescentes, o esporte faz com que o jovem mantenha uma disciplina tanto na atividade, quando na vida social.  

Já que quem prática atividades esportivas não pode beber ou fumar com frequência, por atrapalhar o rendimento do atleta, sendo ele profissional ou não”, salienta a psicóloga.

Fonte: O Estado RJ

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Nova Droga Que Transforma Viciados em Zumbis

Apocalipse Zumbi pode se tornar real: "Krokodil"

Vários leitores me deram a mesma dica de post sobre uma droga russa que está transformando viciados em (quase literalmente) zumbis. Não, este não é um eufemismo para pessoas que resolvem passar o resto da vida “fora do ar”, mas sim quase uma literalidade. Os viciados em Krokodil estão literalmente se desmanchando! Olha que bizarro:

krokodil pernas feridas thumb2 300x200 krokodil pernas feridas thumb[2] 

AVISO: Daqui em diante as coisas ficarão mais nauseabundas, então, se você não curte ver nojeira, saia deste post e vá para o blog dos bichinhos mais fofinhos do mundo. Além das imagens terríveis de pessoas tornando-se verdadeiras zumbis, existem também dois vídeos que são inacreditáveis! Veja:

 krokodil braco aberto thumb7 300x233 krokodil braco aberto thumb[7] 

Eu avisei! Antes dos leitores me indicarem este post, eu já tinha lido sobre isso num forum de zumbis, e confesso, duvidei. Achei que era mais um lance tipo daqueles posts de primeiro de abril ou coisa de sites como o The onion, que só tem compromisso com a confusão, afinal, não é todo dia que se vê uma droga que ao invés de ser consumida pelo viciado, consome ele.

Esta tal droga krokodil é muito barata, e talvez por isso vem sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas pobres, trazendo consigo seus efeitos colaterais bizarros. 

Essa tal de krokodil que (dãããã) significa crocodilo, surgiu no submundo como uma alternativa ao uso da heroína. A maioria dos caras que aderem ao krokodil já estão bemcavucados pelo uso contínuo da heroína e também de metaanfetaminas. Daí que para um viciado em estado decrépito se transformar num zumbi, com as carnes apodrecendo e caindo, é só um pulinho.

Mas por que esta droga tem nome de bicho? A explicação, é que uma das principais decorrências do uso da droga é que a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, lembrando a pele de um crocodilo. 

O princípio ativo da droga é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina de uso hospitalar. O krokodil, é fabricado em laboratórios caseiros tão higiênicos como banheiro de bar. As doses são feitas a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica.

O sujeito que sintetiza a droga usa uma série de produtos como gasolina, solvente de pintura, ácido hidroclorídrico, iodo e até fósforo vermelho, que é obtido raspando as laterais das caixas de fósforo comuns, além, é claro, dos comprimidos de codeína.

O doidão mistura esta merda toda numa panela e realiza procedimentos para potencializar o bagulho. Depois, acredite se quiser, ele enche uma seringa e injeta esta merda direto na veia do pescoço. 

A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. Não demora, a área onde o krokodil é normalmente injetado já começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.

krokodil osso exposto thumb2 300x243 krokodil osso exposto thumb[2] 

krokodil osso do braco exposto thumb7 300x256 krokodil osso do braco exposto thumb[7] 

krokodil pernas escurecidas thumb2 300x179 krokodil pernas escurecidas thumb[2] 

Graças a popularização do krokodil, os casos de viciados precisando de amputação se tornaram cada vez mais comuns na Russia e em boa parte da Europa Oriental. 

Um dos maiores entraves para conter o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto, que é feito com uma série de componentes quase sempre ao alcance da mão. 

E como ele é mais barato que a heroína, muitos vicados recorrem ao krokodil quando já não podem mais pagar por ela. O problema é que enquanto poderíamos comparar a viagem de heroína como um vôo transoceânico, deixando o viciado várias horas fora do ar, o Krokodil é como vôo de galinha, o maluco em menos de duas horas já tá ligadão, desesperado para viajar de novo. 

Na verdade, segundo algumas fontes que pesquisei, o processo de preparação da droga leva mais tempo do que a viagem que ela proporciona, o que faz com que os viciados nisso precisem fazer grandes quantidades e ficar praticamente se picando contínuamente, até num esquema de revezamento, com uns viajando e outros preparando.

Isso explica que em alguns guetos, a polícia tenha encontrado um monte de gente morta com aparência de zumbi. Os caras literalmente vão desmanchando.

Enquanto é fácil entrar na lista dependentes, largar o krokodil é tarefa extremamente difícil, já que a desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês. Some isso com a facilidade em conseguir uma nova dose, e estaremos diante de um dos mais horríveis problemas de saúde pública das próximas décadas.

A dependência nisso leva a sequelas físicas e mentais que podem ficar para sempre.

Especialistas em saúde pública na Russia estimam que há cerca de 100.000 usuários da droga literalmente emburacando nela, e este numero tende a aumentar. Muitos deles tomando até 5 doses ao dia. A expectativa de vida de um viciado é: Na melhor das hipóteses, 12 meses.

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Quando a droga é retirada a dor aparece, e o viciado corre para outra dose na tentativa de aliviá-la. No Youtube tem uns videos falando do problema: É só entrar no Youtube e digitar na busca - Krokodil. Você verá na íntegra as cenas chocantes das vítimas do Krokodil Drug.

Por Gil Corrêa.
 



quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Papel da Família na Relação com o Dependente Químico

 
Na obra Contrato Social, Jean Jacques Rousseau afirma que a família é a primeira e mais antiga organização a que o indivíduo pertence. E por isso, os elos mais fortes são entre os membros familiares. Assim, uma doença que acomete a uma das pessoas do núcleo familiar pode mexer com a estrutura de todos eles.

A dependência química pode se encaixar perfeitamente neste caso. É por isso que muitas vezes surgem dúvidas sobre como proceder quando se descobre o uso de drogas por alguém.

O jornal O Regional publicou uma entrevista com uma psicóloga que aborda a questão família x dependência química, ressaltando aspectos importantes para a reabilitação do paciente e a estruturação familiar.

Confira trechos da entrevista publicada no jornal O Regional.

Conivência dos Pais Ajuda a Agravar Consumo de Álcool por Adolescentes

Conivência dos pais ajuda a agravar consumo de álcool por adolescentes

O estado de São Paulo endureceu o combate ao álcool na infância e na juventude. Em novembro de 2011, entrou em vigor uma lei que prevê punições administrativas, além das sanções penais aos comerciantes que venderem, oferecerem ou permitirem o consumo de bebidas alcoólicas por menores de idade no interior de seus estabelecimentos.

A lei será aplicada mesmo se o adolescente estiver na companhia de seus pais ou de um responsável maior de idade.

Para burlar a lei, adolescentes passaram a cometer uma infração ainda mais grave: falsificar a carteira de identidade. Não se trata mais, como no passado, de colocar com caneta preta um outro número no documento. A falsificação é para valer. É feita no programa Paint, disponível para qualquer computador. Há até mesmo um tutorial no YouTube, com mais de 50 mil acessos, em que parte da falsificação é mostrada.

O que mais surpreende é que muitos adolescentes falsificam a carteira de identidade com a anuência dos pais. Profissional bem-sucedida, A. ajudou seu filho M., de 17 anos, a falsificar seu RG. Ela aceitou mostrar ao jornal O Globo como se faz.

Em cinco minutos, foi falsificada a data de nascimento de uma carteira de identidade. O documento, a seguir, foi destruído, já que falsificar documento é crime, com pena prevista de dois a seis anos de prisão.

- Faltavam apenas dois meses para ele fazer 18 anos. Ele queria muito ir naquela balada – justifica A., acrescentando que o filho já fez 18 anos e rasgou o documento falso.

M. afirma que aprendeu com colegas como falsificar:

- Isso não é novidade. Muita gente faz.

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com 5.226 alunos de 37 escolas privadas de São Paulo, divulgada em 2010, mostrou que 40% dos estudantes haviam bebido no mês anterior à pesquisa.

Os estudantes disseram ter começado a consumir bebida alcoólica com 12,5 anos, e 46% afirmaram que beberam pela primeira vez em casa. A bebida foi oferecida por familiares (46%) ou amigos (28%). Apenas 21% disseram ter tomado a iniciativa de buscar a bebida.

Fonte: O Globo

Planos de Saúde Cobrem Tratamento da Dependência Química

 
Você sabia que convênios devem cobrir tratamento da dependência química? Pois devem, é um direito do cliente. E o que é mais importante, não precisa estar restrito aos 30 dias de tratamento, como comumente era divulgado, mas sim abrangendo até o período total do atendimento.

A lei que inclui procedimentos psiquiátricos, inclusive para dependentes químicos, como passíveis de coberturas em planos de saúde é de 1998 (Lei 9.656). Demorou mais de 10 anos para pegar, mas agora parece estar sendo cumprida como deve.

A cobertura de planos de saúde para tratamento de dependência química pode ser feita inclusive para casos de internação. Uma vez que o tempo de internação é determinado por laudo do médico psiquiatra, isso faz com que os convênios cubram além dos 30 dias – como erroneamente era feito, obrigando a uma alta-administrativa -, abrangendo todo tratamento, de maneira integral, a depender da apólice estabelecida pelo cliente e a administradora do plano em questão.

A cobertura de planos de saúde para tratamento de dependência química pode ser feita inclusive para casos de internação.

De acordo com juristas renomados, é um direito do cidadão que não pode ser negado:

“Se o plano de saúde oferece em sua rede de conveniados centros de tratamento especializados ou reconhecidamente eficazes na lida com esta enfermidade, devem autorizar e custear a internação do paciente ali pelo período que for necessário, de acordo com a prescrição médica. Já se não tiverem um centro credenciado nessas condições, o segurado pode exigir que autorizem a internação em outro centro indicado pela equipe médica responsável.“

O importante, nesses casos, é o consumidor saber que tem o direito de exigir tratamento eficiente e eficaz para aquelas doenças que possuem cobertura em contrato, pois, afinal, trata-se de um contrato que visa a manutenção da saúde, não sendo suficientes ou aceitáveis medidas paliativas.”

Convênios da Clínica Viva

A Clínica Viva mantém convênios. O mais recente acordo firmado é com a Gama Saúde.

Cocaína Envelhece o Cérebro

 
Uma pesquisa publicada no periódico Molecular Psychiatry indica que o consumo frequente de cocaína faz com que seu cérebro envelheça de forma extremamente rápida. Segundo os cientistas responsáveis, a perda de massa cinzenta ocorre em ritmo mais acelerado do que o normal em quem é dependente da droga.

O estudo avaliou um total de 120 pessoas — 60 das quais tinham o costume de utilizar a substância. Exames revelaram que quem consome o tóxico perde um volume médio de 3,08 mililitros de cérebro por ano, o dobro da quantidade daqueles que não usavam qualquer espécie de droga. A maior parte das perdas ocorria nos córtex pré-frontal e temporal, zonas responsáveis por controlar aspectos como atenção, capacidade de tomar decisões, autocontrole e memória.

A perda de massa cinzenta ocorre em ritmo mais acelerado do que o normal em quem é dependente da droga.

“Conforme envelhecemos, todos perdem matéria cinzenta”, afirma a Dra. Karen Ersche, da Universidade de Cambridge. “Porém, o que vemos é que usuários crônicos de cocaína perdem matéria cinzenta em um ritmo muito maior, o que dá sinais de envelhecimento prematuro.

Nossas descobertas oferecem novas informações sobre o motivo pelo quais déficits cognitivos vistos em idades avançadas também costumam ser observados em pessoas de meia idade que costumam usar a droga”, complementa.

Segundo o site Motherboard, levantamentos das Nações Unidas mostram que há cerca de 21 milhões de usuários de cocaína espalhados pelo mundo — desses, uma fatia de 1% é dependente da droga.

Isso pode resultar em um problema grave no futuro, já que muitas pessoas em idade produtiva seriam incapazes de fazer qualquer atividade devido ao envelhecimento precoce de seus cérebros.

Fonte: Portal Tecmundo

A Doença do Alcoolismo

Doença do alcoolismo

No ano passado, o jornal Bom Dia mostrou, em reportagem especial, que o consumo de álcool entre as pessoas que estão na terceira idade cresceu assustadoramente nos últimos anos. Uma pesquisa apontava que o abuso do álcool estava presente em todas as classes econômicas, não apenas em idosos pertencentes a camadas mais pobres.

Além dos males clínicos à saúde, o alcoolismo também provoca graves problemas sociais, de relacionamento com a família e com os amigos. E, nos idosos, as consequências do uso em excesso de bebida alcoólica são ainda maiores, já que aumenta o risco de quedas, traz desnutrição, provoca o aumento da pressão arterial e ainda pode desencadear uma série de doenças cardiovasculares.

Isso sem falar que pessoas da terceira idade, geralmente, fazem uso de medicamentos – e a mistura desses remédios com o álcool pode ser altamente prejudicial ao organismo.

Nesta semana o jornal trouxe uma constatação ainda mais perigosa: Cada vez mais as mulheres estão abusando das bebidas alcoólicas. Se, há 15 anos, a proporção era de consumo de álcool era de uma mulher para cada cinco homens, hoje, segundo pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, é de uma mulher para cada 1,2 homens. Nos Alcoólicos Anônimos de Bauru, por exemplo, elas já representam 30% do grupo.

E tem mais um dado, no mínimo, preocupante, revelado por esta pesquisa. Se, no universo masculino, quanto menor o grau de instrução, maior o risco de cair no alcoolismo, entre as mulheres ocorre o inverso: quanto mais estudadas, mais as meninas têm tendência a beber.

O problema é claro: o metabolismo do álcool nas mulheres, segundo o médico Dráuzio Varella, não é igual ao dos homens. Isso significa que se for administrada, para dois indivíduos de sexos opostos, a mesma dose ajustada de acordo com o peso corpóreo, a mulher apresentará níveis alcoólicos mais elevados no sangue.

O problema do alcoolismo é um problema social, de saúde pública, e deveria receber uma atenção especial de todos. Não se trata mais de um problema esporádico, que ocorre longe, nos botecos mais escondidos da cidade, apenas com pessoas de classes sociais mais baixas, que não têm oportunidades de uma vida melhor.

Este é um mal que não faz mais distinção de idade, sexo ou poder aquisitivo. Acontece ali, ao seu lado, muitas vezes dentro da nossa própria casa, e precisa ser combatido por todos, com conversa, esclarecimentos e ajuda profissional. Não dá para deixar que só campanhas educativas mudem esse panorama.

Fonte: Jornal Bom Dia

Consumo de Álcool Precoce em Meninas

Consumo de álcool é mais precoce em meninas

Uma nova pesquisa foi realizada novamente na cidade de Botucatu, mas desta vez a Faculdade de Medicina (FM) da USP buscou saber a quantas anda o consumo de álcool entre adolescentes. E o estudo trouxe um resultado surpreendente quanto às meninas adolescentes.

O consumo de bebidas alcoólicas é mais precoce entre mulheres do que entre homens e isto, somado à pouca maturidade das adolescentes, pode favorecer o comportamentos de risco, como a prática de sexo sem proteção. A conclusão é de uma pesquisa da Faculdade de Medicina (FM) da USP do Campus de Botucatu.

Além da precocidade, o levantamento indicou que as estudantes do sexo feminino apresentaram maior propensão para o comportamento de beber com embriaguez.

O termo é usado para definir um consumo igual ou até maior a 5 doses em uma ocasião para homens e maior ou superior a 4 doses para mulheres. Nesse caso, uma dose equivale a 50 ml de destilado com teor alcoólico de 40%; 350 ml de cerveja (teor alcoólico de 4-5%) e 150 ml de vinho a 12,5% de álcool.

Os jovens são os que apresentam maiores riscos em relação ao consumo do álcool, com consequências negativas diversas como problemas nos estudos, problemas sociais, práticas de sexo sem proteção, maior risco de suicídio, homicídio e acidentes, frisa a assistente social Priscila Lopes Pereira, autora do estudo, que é sua dissertação de mestrado na FM. Ela teve a orientação da psiquiatra Florence Kerr-Corrêa, professora da mesma unidade.

O padrão de consumo, segundo o sexo, vem sendo objeto de discussão em estudos envolvendo a epidemiologia do alcoolismo. Há de se salientar as conquistas femininas nas últimas décadas, entre elas, além da independência financeira, as adolescentes passaram a ter mais liberdade para frequentar locais onde são consumidas bebidas alcoólicas antes restritas aos homens, explica Priscila.

Além disso, as mulheres que bebem regularmente desenvolvem uma série de doenças graves mais rapidamente que os homens, tais como: fígado gorduroso, hipertensão, anemia, desnutrição, hemorragia gastrintestinal e úlcera péptica, ressalta a autora, que acrescenta: é necessário estabelecer uma política clara de orientação sobre o uso de álcool para os estudantes, bem como programas de prevenção.

Influência dos amigos

O álcool é a droga lícita mais consumida no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda de acordo com a OMS, a substância é a droga de escolha entre crianças e adolescentes estima-se que o uso dessa droga tenha início (aos) entre 10 (ou) a 12 anos. Estudos anteriores encontrados na literatura científica mostravam que os homens bebem mais que as mulheres em todas as faixas etárias e que jovens consomem mais álcool do que idosos.

O estudo realizado pela Unesp apontou a influência de amigos que bebam ou fiquem embriagados uma vez por semana como cruciais para o estímulo do consumo entre os jovens. A pesquisa indicou, ainda, outros fatores que também são facilitadores, embora menos significativos: pertencer a uma classe social mais alta; estudar em escola pública e não ter prática religiosa.

Para a pesquisadora, esse contato precoce com o álcool requer atenção maior não somente por parte da família, mas da sociedade. O comportamento pode provocar situações de violência sexual, início precoce da vida sexual, propensão a contrair doenças sexualmente transmissíveis e gerar uma gravidez indesejada.

Saiba mais a respeito do assunto e como se deu esse resultado lendo a matéria na íntegra no Portal RAC.

Com informações do Portal RAC.

Descoberto Mecanismo no Cérebro Ligado à Dependência Química

 
Estudo publicado na revista especializada Nature Neuroscience sugere que algumas conexões cerebrais até então desconhecidas aumentam as chances de os adolescentes se tornarem dependentes de drogas e bebidas alcoólicas.

A descoberta responde a um antigo questionamento dos médicos, que não conseguiam determinar padrões verificados no cérebro de usuários de drogas era provocada pelo hábito ou era uma condição preexistente. Para chegar à conclusão, foram submetidos a exames de imagem 1896 jovens com 14 anos.

O problema é causado por uma diminuição das atividades dos neurônios da região do cérebro chamada de córtex pré-frontal, relacionada diretamente a tomada de decisões. A diferença no funcionamento faz com que os indivíduos se tornem mais impulsivos. Os cientistas creem que o achado poderá ajudar a estabelecer estratégias para o combate às drogas.
Conexões cerebrais até então desconhecidas aumentam as chances de os adolescentes se tornarem dependentes de drogas e bebidas alcoólicas.
“A dependência de entorpecentes é um dos maiores problemas do mundo ocidental. Entender estas redes cerebrais poderá ter grandes implicações para a saúde pública”, comemora o professor do departamento de psiquiatra da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, Hugh Garavan, um dos responsáveis pelo estudo.

O trabalho afastou ainda a existência de relação entre o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e o uso de entorpecentes. Embora a doença também esteja associada a um déficit no sistema de controle inibitório, os problemas não ocorrem nas mesmas redes neurais diferentes. Ultimamente, houve grande debate em torno do tema.

Levantamento realizado em 2005 pelo Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID) estima que pouco mais de 22% dos brasileiros tenham usado substâncias psicotrópicas em algum momento da vida. A maior preocupação das autoridades no momento é em relação ao aumento do consumo de crack, que provoca, em um curto período de tempo, efeitos devastadores no organismo.

Fonte: Correio Braziliense

O Psedo Uso Terapêutico da Maconha

 
O terapeuta e diretor da clínica ambulatorial de Goiânia, que compõe a rede da Clínica Terapêutica Viva, José Norberto Fiuza escreveu um artigo a respeito do debate da Câmara Federal sobre o uso terapêutico da maconha, que o especialista cita como pseudo uso. Leia-o a seguir.

Em que se fundamenta realmente esta proposta e a quais interesses estão por trás do debate da Câmara Federal?

Primeiramente, é importante tornar público que o Brasil é signatário do tratado internacional que proíbe o uso da maconha para fins terapêuticos. Este tratado não foi assinado por centenas de países sem que haja um motivo cientificamente comprovado de que os malefícios são muito maiores que os “pseudo-benefícios”.

De longa data, existe disponível no mercado farmacêutico, medicações que atendem com plena eficácia os fins para os quais o “pseudo uso terapêutico” da maconha esta sendo proposto.

Não existe nenhuma doença ou sintoma que não tenha uma resposta farmacológica efetiva e que realmente necessitem do uso da maconha!

Enquanto o Ministério da Saúde, através da Vigilância Sanitária, luta pela proibição do uso de diversas drogas, como: anfetamina, sibutramina, femproporex, entre outras tantas; que fizeram com que milhões de brasileiros se tornassem dependentes, a Câmara Federal, através de nossos representantes, está usando nosso dinheiro para debater uma questão que está totalmente oposta ao que seria sua atribuição. O “pseudo uso terapêutico” da maconha, uma substância psicoativa, que comprovadamente gera dependência, podendo desencadear transtornos mentais e de comportamento, extremamente graves.

Atualmente, o Brasil é o maior consumidor de anfetamina e similares em todo o mundo, que também foram criadas com fins terapêuticos e já estão proibidas em muitos países.

No CID (Código Internacional de Doenças) o cannabismo ou o uso de maconha, é classificado como “Transtorno Mental e de Comportamento” e é considerado uma doença com sintomatologias orgânicas, emocionais, psíquicas e comportamentais graves.

A cocaína teve a mesma aparição na humanidade, “fins terapêuticos”. A substância ativa da planta Erythroxylon Coca foi isolada em 1859, por Albert Niemann e foi na década de 1880 que a cocaína pura começou a ser produzida e comercializada. Como anestésico, começou a ser muito prestigiada pela sua eficiência na oftalmologia, que havia tempos procurava um bom anestésico local para realizar cirurgias com os pacientes conscientes. Os sucessos obtidos logo corriam pelo mundo.
No CID o uso de maconha, é classificado como “Transtorno Mental e de Comportamento” e é considerado uma doença.
Os militares começaram a tomar interesse pela cocaína e em 1883, Theodor Aschenbrandt, um médico alemão, testou a cocaína em alguns membros do exército bávaro e observou que sua resistência aumentava. Dessa maneira, crescia ainda mais a popularidade da cocaína.

O famoso neurologista Sigmund Freud era pago por empresas de remédios para estudar e divulgar os benefícios da cocaína e assim, em 1884 escreveu “Über Coca”, onde concluía seus estudos sobre a cocaína, onde dizia que ela podia ser usada como um estimulante mental, para tratar de problemas digestivos, para aumentar o apetite, como afrodisíaco, para tratar asma, como um anestésico local e para ajudar os dependentes de álcool e morfina a se livrarem do vício.

A última reivindicação de Freud causou controvérsia e atualmente o seu uso não é mais recomendado, pois causa tanta dependência quanto à morfina.

Na década de 1880 foi descoberta a potência da cocaína quando injetada e essa forma de uso se popularizou. O primeiro cartel da cocaína, o Sindicato dos Fabricantes de Cocaína, foi formado em 1910, em Amsterdã, por grandes empresas de remédios.

Atualmente, a cocaína, mesmo que ilícita, faz parte da economia mundial e o que é produzido nos laboratórios clandestinos movimenta muito dinheiro pelo mundo todo. O ser humano, em nome da ciência, repete a sua história e padrão comportamental de auto destruição, com a receptividade e conivência de cientistas e legisladores.

Como pode? Pessoas que se dizem representantes da ciência, do povo, se prestarem a este desserviço ao nosso país e aos brasileiros. Eles deveriam nos proteger e lutar para que tivéssemos acesso à saúde e não a drogas que gerem doenças!

Onde estão realmente fundamentadas estas propostas? Até onde vai o poder e o Lobby das Indústrias Farmacêuticas, que movimentam trilhões de dólares, adoecendo seres humanos em nome da cura?

Se tiveram, naquela época, o poder de comprar pesquisas de Freud, imaginem hoje o quanto ou quantos podem comprar?

Artigo de José Norberto Fiuza – Terapeuta com aproximadamente 30 anos de experiência e diretor da clínica ambulatorial de Goiânia da Clínica Terapêutica Viva.