segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A Idolatria Moderna - Parte 3

A Idolatria Moderna - Parte 3


MARIA É MÃE DE DEUS ?

Não estamos querendo polemizar ou criticar a fé e a religião de ninguém; estamos apenas esclarecendo quanto às verdades sagradas contidas na Bíblia, a Palavra de Deus. O Senhor Jesus disse: “... E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32) e por isso, precisamos conhecer e mostrar a verdade.

Para respondermos a estas questões temos que fazer uma viagem pela Bíblia. Precisamos entender os primeiros acontecimentos bíblicos após o dilúvio.

Surge a 1ª geração de homens após o dilúvio. Noé amaldiçoa a descendência de Cão ou Cam, pai de Canaã (porque viu a nudez de seu pai) Gênesis 9:22 e 24. Da descendência de Cão nasce Ninrode, filho de Cuxe. O nome Ninrode tem o significado de; “Ele se rebelou” ou “aquele que fez todo o povo rebelar-se contra Deus”. Gênesis 08: 10-12.

Então Ninrode começa a desafiar a Deus por meio de Babel – a torre da rebelião. Faz imagens de si mesmo se autodenominando deus. Ele cria a magia negra, culto a demônios, ciências mágicas, astrologia, necromancia (invocar mortos), etc..

Ninrode casou-se com uma mulher chamada Semíramis, que estudiosos afirmam ser sua própria mãe. Ele morre tragicamente deixando um filho por nascer.

Semíramis teve um filho cujo nome era Tamuz. Por ser de origem humilde e ter chegado a um posto tão alto (trono da Babilônia) não abriria mão da pompa tão facilmente.

Semíramis foi adorada como “Rainha e Deusa” por muitas civilizações antigas:

· Na Babilônia a Deusa-Rainha Semíramis e seu filho Tamuz,

· Na Índia como a deusa Devka e seu filho Krishna, 

· No Egito como a deusa Ísis e seu filho Hórus,

· Em Éfeso com a deusa Diana dos Efésios,
 
· Em Roma como a virgem Maria e seu filho Jesus.


Sempre trazendo seu filho Tamuz (reencarnação de Ninrode) ao colo, como na figura arqueológica mostrada acima.

Dentro do contexto da morte de Ninrode, Semíramis alegou que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a arvora “sempre viva” e deixava presentes nela (25 de dezembro).

Semíramis declarou que Ninrode agora residia no sol, e o presidia, e que era “enato”, o deus do sol. E afirmava que Tamuz, seu filho era a semente prometida em Gênesis 15:3, e que era o filho do deus sol, o menino deus. Ela dizia que Tamuz era a reencarnação do pai, que era deus por ser o próprio pai de volta através do menino.

Logo se presumia que ela era a “mãe de deus”, o que outorgou a ela o título de a “rainha dos céus”. Assim, Semíramis tornou-se a sumo-sacerdotisa dessa nova religião e a “Grande Mãe”.

Certo dia Tamuz estava nas matas caçando e foi morto por um porco selvagem. Semíramis reuniu todas as sacerdotisas e chorou 40 dias com jejuns pela morte de Tamuz, o que segundo a tradição babilônica trouxe Tamuz de volta à vida.

Sua suposta ressurreição se deu pela demonstração de poder de sua mãe, por isso “rainha dos céus”. Ela tomou para si o título de Grande Mãe, tornando-se o Meio De Acesso A Deus. (Leia Jeremias 7:16-9)

O símbolo desta religião passou a ser uma mãe segurando seu filho em seus braços. Isso não nos parece muito familiar?



A imagem que temos atualmente da virgem Maria com Jesus ao colo é ou não é uma farsa? A arqueologia está claramente mostrando de onde a Igreja tirou essa medonha idéia, que é aceita até os dias de hoje por muitos católicos sinceros que desconhecem essa farsa criada pelos líderes de sua igreja.

Ano após ano observava-se o nascimento do menino (25 de dezembro), os 40 dias de jejum (quaresma), e o suposto dia da ressurreição. Comemorava a volta do menino deus com a troca de ovos (renovação da vida) e coelhos que simbolizavam a mãe, a deusa da fertilidade. (por isso é que temos a praga dos ovos e os coelhos de páscoa nas festas de hoje).

Esta religião se espalhou, por muitos países, a ponto de em todas as épocas e em todas as terras por todo o mundo, a deusa mãe e seu filho serem adorados sob diversos nomes. “o menino deus (Tamuz) e a mãe de deus (Semíramis)”.

A Bíblia descreve um sistema religioso apóstata que deixou o verdadeiro Deus e que é comparada a uma prostituta; uma grande meretriz. (Leia Apocalipse 17:1-6).

Ninrode e sua mulher Semíramis são os fundadores da primeira falsa religião. Espalhados pelo mundo os personagens pagãos ganharam novos nomes infiltrando-se inclusive no cristianismo.

A cultura da doutrina de um menino deus é babilônica e não cristã.

Voltando a Maria. Maria foi bem-aventurada entre as mulheres, pois deu à luz o nosso Salvador ¾ foi a mãe de Jesus homem e não a mãe de Deus, pois Ele tem existência própria. Ela foi um instrumento nas mãos divinas para que o Senhor Jesus viesse ao mundo em forma humana, mas não é uma deusa e nem merece a nossa adoração, veneração e fé; não é a nossa salvadora, não morreu na cruz por nós, não ressuscitou dos mortos, não ascendeu ao céu (como ensinam os catecismos católicos), nem tem o poder de intercessão ou de perdoar pecados.

Todos estes requisitos são preenchidos somente pelo Senhor Jesus.

Portanto, ela merece somente a nossa consideração e respeito. Não podemos prestar-lhe culto ou adoração, pois Maria foi uma mulher semelhante a todas as outras sobre a face da Terra e, tanto quanto elas, morreu.

Jesus, sim, foi o único que morreu para nos salvar; venceu a morte, ressuscitou e vive eternamente à direita de Deus, habitando conosco em espírito, na pessoa do Espírito Santo. Só Jesus Cristo é Senhor.

Quando passamos por problemas, aflições ou necessidades é o Seu nome que invocamos, pois o Senhor Jesus é o único caminho para irmos ao Pai (João 14:6). Quando clamamos a Deus em nome de Jesus, Ele, que está à direita do Pai, intercede por nós, pois o Pai é o Juiz que julga nossas causas e Jesus é o advogado que pede por nós (João 14:12-17). Diante do pedido de Jesus, imediatamente o Pai atende e envia o Espírito Santo a nos socorrer.

Maria foi mãe de Jesus homem, pois o gerou do seu ventre, mas não de Jesus Deus, que existia antes dela (Gênesis 1:26 – “Façamos...”, “... a nossa imagem...” – Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo) e veio ao mundo para salvar a todos os pecadores, dentre os quais Maria mesma se enquadra. “Disse então Maria: a minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador...” (Lucas 1:46-47).

Seguindo o exemplo do apóstolo, hoje estudo, escrevo e prego a verdade sobre Jesus Cristo e o propósito de Deus para a humanidade, buscando esclarecer aos poucos interessados em investigar as Escrituras Sagradas (que por muitos séculos foram proibidas pela Igreja Católica de serem examinadas por leigos), os principais fundamentos de Deus; ora, deturpados por homens e “autoridades religiosas”, sem escrúpulos, cujo puro interesse é escravizar o povo, em busca de privilégios e enriquecimentos ilícitos.

Porém, as Escrituras afirmam: “As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (Mateus 16:18). E, segundo as Escrituras, Jesus é:

- O Autor e Consumador da fé (Hebreus 12:02);
- É a Luz do mundo (João 8:12);
- É o Bom Pastor (João 10:11);
- O Caminho, a Verdade, e a Vida (João 14:6);
- O Cordeiro de Deus (João1:29);
- Único Senhor (Atos 2:21);
- Único Salvador (Atos 4:12);
- E o Único Fundamento (I Coríntios 3:11).

O desejo do “Santo Império Romano” sempre foi criar “deuses e santos”;  inventar “dogmas” e criar “fábulas” para sustentar as suas mentiras. Porém, basta um exame mais detalhado das Escrituras, para sabermos que esta instituição é a “Grande Meretriz” de Apocalipse 17:1-18 – A Igreja apóstata!

Depois da história do nascimento de Jesus e Sua visita a Jerusalém aos 12 anos, muito pouco se fala ou se diz de Maria. E, segundo relato de Mateus 13:55-56  e Marcos 6:3, ela foi mãe de pelo menos seis filhos, além de Jesus.
                                             
Leia o evangelho de João 2:3-5 - “E, faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não tem vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto Ele vos disser”. 

Observe que, neste diálogo, Jesus mostra claramente que o período em que Ele estava sujeito a Maria, como filho, tinha findado. E, Jesus estava apenas iniciando Seu ministério terrestre. Outro ponto importante é o fato de Jesus, em toda Escritura, jamais ter chamado Maria de “mãe”. 

Temos que entender que Maria foi somente um instrumento usado por Deus, o Criador, para gerar e manifestar em carne, Aquele que já existia desde antes a Criação do mundo (João 17:24; Efésios 1:4; Apocalipse 13:8).

“Que tenho eu contigo” (versículo 4). Nesta frase fica claro, portanto que Jesus rejeitou a interferência de Maria na esfera em que só Ele poderia agir como Deus.

“Fazei tudo quanto Ele vos disser” (versículo 5). Esta frase põe abaixo a doutrina romana de que Maria tenha algum poder de ordem ou intercessão junto a Jesus ou Deus. Fica claro que a “reza” da “Ave Maria” inventada pelo clero romano, não tem nenhum valor teológico, uma vez que as Escrituras mostram claramente que Maria não possui nenhum poder de intercessão. Quem dera, fizéssemos tudo o que Jesus nos mandou fazer!

Leia o evangelho em Mateus 12:46-50. (também em Marcos 3:31-35; e  Lucas 8:19-21). A Família de Jesus precisava ser ensinada, embora com muito tato, que não devia tentar controlar Seu ministério público. Observamos, também, que Maria não possuía um acesso especial à Jesus. Seus próprios irmãos nem sequer criam em Seu ministério (Marcos 3:21; João 7:5). Ao contrário, julgavam-no desequilibrado e fora de si. Jesus deixou claro que as relações de família entre Ele, Maria e seus irmãos, não ofereciam nenhuma vantagem espiritual em particular.

Leia o evangelho de Marcos 6:1-3 - A crença na virgindade perpétua de Maria surgiu muito depois dos tempos de Jesus. 

Em 431 d.C. Maria  foi proclamada “mãe-de-Deus” e “rainha dos céus” pelo então Papa Celestino I (copiando este título de Semíramis, passando a cultuar a imagem de Semíramis e Tamuz como se fosse Maria e Jesus). 

Em 819 d.C. criaram o dogma da “assunção de nossa senhora”, era Papa Pascoal I. 

Em 1125 d.C. entre os cônegos de Lion, na França, apareceram as primeiras idéias sobre a “imaculada Conceição de Maria”, seguindo-se o início do culto à “virgem Maria”, onde foi introduzida a “oração da Ave Maria”. 

Ora, as Escrituras nos revelam até os nomes dos irmãos de Jesus. Tiago e Judas, converteram-se após a ressurreição de Jesus e são os autores das Epístolas (cartas) que levam seus nomes. Além de José e Simão, consta mais de uma irmã.

Leia o evangelho em João 19:25-27 - Maria estava presente à crucifixão e foi entregue por Jesus  aos cuidados de João. Não há notícias ou evidências bíblicas de Jesus haver aparecido a Maria (mãe) após Sua ressurreição. Embora aparecesse a Maria Madalena em primeiro lugar.

Leia em Atos 1:14 - “Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos”. 

É significativo que, a última vez em que se faz menção de Maria, mãe de Jesus, nas Escrituras, ela está orando entre os demais discípulos e seus filhos, já convertidos (agora crentes em Cristo), como uma humilde serva de Deus, em vez de se achar elevada acima de todos os “santos”, ou na posição de “rainha-do-céu”, como inventaram os Papas Romanos. 

Fim da 3ª Parte.

Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber



domingo, 22 de dezembro de 2013

A Idolatria Moderna - 2ª Parte

A Idolatria Moderna - 2ª Parte


A História de Semíramis



Estudaremos, agora, sobre o plano de Satanás para desenvolver um sistema religioso oculto para controlar o mundo; um sistema em que as pessoas poderiam crer, matar e até morrer por ele. Para estabelecê-lo no mundo, usou duas pessoas: Semíramis e Ninrode.

Semíramis foi a mãe de Ninrode e, mais tarde, sua própria amante. Ninrode, por sua vez, foi o mais eminente líder no período que vai do dilúvio a Abraão; era filho de Cuxe e neto de Noé. 

Sua fama de poderoso caçador adveio-lhe por ser ele o protetor do povo, num tempo em que os animais selvagens eram uma ameaça constante de morte. 

Ninrode construiu três cidades: Ereque, Acade e Calné, consolidando-as em um reino sob seu governo. O orgulho do seu coração o fez se rebelar contra Deus. 

Mudou seu nome para Moloque e, além de caçador, tornou-se um bruxo; sob a sua direção se desenvolveu a Astrologia, tendo assentado também as bases para a magia negra e branca, haja vista que era possuído por uma legião de demônios.

Babilônia foi a primeira cidade construída após o dilúvio, por Ninrode, e sua mãe-amante veio a ser sua rainha. Era o “escritório central” do projeto satânico. 

Por causa de suas práticas ignominiosas, Ninrode encontrou a morte pelas mãos do irmão de seu avô, Sem, que assim tentou acabar com as suas bruxarias. 

Sua mãe-amante que reinava na Babilônia se autoproclamou deusa e instituiu a si mesma como símbolo da lua, exigindo o sacrifício de crianças em sua adoração. 

Determinou ainda que o seu filho-amante, após a morte, fosse cultuado qual um deus, o qual recebeu o nome de Baal, o deus do sol. 

Engravidando, embora se dissesse virgem, Semíramis deu à luz um filho a quem chamou de Tamuz, e passou a proclamar por todo o seu reino que o seu filho-amante havia reencarnado em Tamuz. 

Na realidade, o espírito de Baal foi concebido naquela criança. 

A partir daí, Semíramis passou a ser considerada como a virgem-mãe, aparecendo em todos os lugares em forma de imagens carregando o pequeno deus-sol em seus braços. Ela apregoava que o menino Tamuz, deus-sol, era o seu salvador.


Imagem arqueológica de Semíramis e Tamuz
(muitos católicos pensam ser Maria e Jesus)


Ora, toda essa trama foi dirigida por Satanás que, sabendo que um dia o Espírito de Deus envolveria uma virgem autêntica, e que ela conceberia o verdadeiro Salvador da humanidade, providenciou previamente uma cópia de fatos para fundamentar uma religião com a qual bilhões de pessoas seriam enganadas e levadas para o inferno.

A história de Ninrode, Semíramis e Tamuz passou a circular por todo o mundo. Suas fábulas se fizeram populares na Mitologia e foram concebidos muitos deuses e deusas originários daqueles personagens. 

Semíramis passou a ser conhecida como “rainha dos céus”. (há muitas referências a ela no Velho Testamento - veja no livro do profeta Jeremias - capítulo 7 - versículo 18; também no capítulo 44 - versículo 25).

Para enganar os que desconhecem a Bíblia Sagrada, o diabo vem utilizando seus poderes para reproduzir imagens de Semíramis em muitos países, em forma e nomes diferentes, mas todas semelhantes. 

As “virgens” da Igreja Romana são cópias fiéis das imagens nas quais Semíramis aparece com o menino Tamuz nos braços. Ou seja, uma imitação grosseira que reproduz uma crença pagã.

Aqui no Brasil (e também na Polônia) ela é negra, conhecida como “nossa senhora Aparecida”, a padroeira; em Portugal a imagem tem o nome de Fátima e, no México, a “santa” é a mesma, com o nome de Guadalupe. 

A lua ou o sol muitas vezes aparecem substituindo o menino Tamuz, ligados à imagem de Semíramis. Não é por acaso que a própria hóstia da comunhão católica tem a forma representativa do sol. 

Aliás, a Igreja Romana está cheia de símbolos que representam respectivamente Semíramis, a deusa-rainha da Babilônia, e Ninrode, o deus do sol ou Baal.

Nota: a palavra Baal, na verdade são as letras iniciais dos quatros príncipes de satanás, a saber:

B = Belzebú
A = Astarote
A = Asmodeo
L = Leviatã

(veja mais detalhes sobre esses principados e suas atuações na Apostila nº 33 - Guerra Espiritual - Satanismo, disponível para ser solicitada através do e-mail: gilcorreacf@gmail.com )
   
Assim sendo, o diabo consegue ainda hoje ter êxito com seu projeto, tendo em vista a falta de conhecimento que bilhões de pessoas têm do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

Fim da 2ª Parte

Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber
 

sábado, 21 de dezembro de 2013

A Idolatria Moderna - 1ª Parte



A Idolatria Moderna
 1ª Parte


Introdução

No princípio, o homem tivera um Deus; vivera em íntima  comunhão com Ele. Todavia, com seu temperamento desobediente e o banimento do Éden, o homem perdeu seu primitivo conhecimento de Deus; e, em busca de uma solução para os mistérios da existência, chegou ao ponto de adorar as forças da natureza que lhe pareciam ser as fontes da vida.

O sexo, porque era o meio pelo qual a vida se manifestava, desempenhou importante papel na religião primitiva. Inscrições cuneiformes tem revelado que grande parte da liturgia deles era descritiva de relações sexuais entre deuses e deusas. Também o Sol e a chuva e várias forças da natureza eram adoradas e deificadas.
        
Muitas cidades e nações tinham seu fundador principal como seu deus. Para que os deuses parecessem ser mais reais faziam imagens que os representavam; e depois as próprias imagens vieram a ser adoradas como deuses.  Deste modo o homem precipitou-se no abismo de inumeráveis cultos idólatras; alguns dos quais, na prática, eram indescritivelmente vis e abomináveis.

Na antiga cidade de Ur, onde nasceu Abraão, adoravam a NINGAL, deusa-lua, e era adorada em cada cidade como a deusa mãe. NINA é, também, um de seus nomes, do qual surgiu o nome da cidade de Nínive. Seu apelativo mais comum na Babilônia era ISTAR. Foi a deificação da paixão sexual; seu culto exigia licenciosidade; a “sagrada prostituição”, que se praticava nos seus santuários, era costume geral entre as mulheres na Babilônia.

Nos seus templos havia câmaras secretas onde as sacerdotisas mantinham relações sexuais com os adoradores de ISTAR. Além dessas sacerdotisas prostitutas, toda moça, esposa ou viúva, pelo menos uma vez na vida tinha de oficiar nesses ritos.

Sacrificavam crianças recém-nascidas as deusas ASTAROTE, ISTAR, NINA, NINGAL, etc. Em escavações recentes, Macalister (1904 - 1909), encontrou várias estátuas dessas deusas. Enormes quantidades de imagens e placas ornamentais, que exibiam grosseiramente, os órgãos sexuais, destinados à provocação de desejos sensuais em seus adoradores.

Vênus era a principal divindade em várias cidades da Grécia. Seu templo era um dos mais magníficos da cidade. Nele havia mil sacerdotisas, prostitutas públicas, onde sempre estavam prontas para se entregar a prazeres imorais como culto à deusa. Temos aí um dos muitos exemplos da história do “Porquê?” e como a ira de Deus se revelou contra a perversidade de certas nações, destruindo civilizações inteiras como Sodoma, Gomorra, Babilônia, entre outras ...

Éfeso, antiga cidade da Jônia, costa do Mar Egeu, era capital da província romana da Ásia Menor, onde residia o Procônsul romano. Era a principal cidade da Ásia na promoção e adoração ao “Culto do Imperador” romano. Uma população de  225.000 pessoas aproximadamente. Era, também, a Sede de adoração à grande deusa DIANA, ou ÁRTEMIS para os gregos. O templo de DIANA dos Efésios era uma das sete maravilhas do mundo antigo e levou 220 anos para ser construído. O culto à DIANA era impuro e vergonhoso, perpétuo festival de vícios, sodomias e etc.

DIANA, era uma versão moderna da deusa-mãe da fertilidade, conhecida pelo nome de CIBELE. Um negócio lucrativo era dirigido por uma sociedade de ourives que faziam e vendiam nichos, ou miniaturas de ouro, prata, do templo, contendo a imagem da deusa-mãe Diana. Grandes multidões de peregrinos participavam dos rituais imorais nos cultos à Diana. As sacerdotisas eram verdadeiras prostitutas, e quando engravidavam, ofereciam o recém-nascido em sacrifício à deusa-mãe da fertilidade. Vendiam-se não só os nichos, como também, cordões com medalhas com a imagem da deusa, miniaturas da deusa, miniatura do templo, como oráculos ambulantes (exatamente como faz, hoje, a igreja apóstata).

Plínio, historiador antigo, escreveu que 50 anos após a pregação do evangelho pelo apóstolo Paulo, foi destruída a adoração aos deuses e que os templos ficaram parcialmente vazios (Atos 19:23-29).

Diz as Sagradas Escrituras: “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará” (João 8:32). Em três anos de pregação do evangelho o apóstolo Paulo conseguiu tão grande número de adeptos que o prestígio de Diana ruiu. Hoje, o local do templo está em ruínas. Porém, Satanás não dorme, e a influência pagã de Roma, veio mais tarde a atingir a Igreja, na forma de adoração à “Virgem Maria”.

a) Hoje, ao invés de Diana, deusa-mãe da fertilidade, temos Maria, “Mãe-de-Deus”;

b) Hoje, ao invés de culto à deusa Diana, temos culto à “Virgem Maria”;

c)  Hoje, ao invés de templos à deusa Diana, temos Basílicas à “Nossa Senhora”;

d) Hoje, ao invés de nichos de prata do templo, temos oráculos de prata, gesso, madeira, e até de plásticos, à “deusa-rainha-mãe-de-Deus”.

Algumas coisas continuam, também, em comum:

a)Templos magníficos (todos em nomes de “santos”);

b) O comércio de imagens e objetos “sacros”;

c)  As multidões cegas e enganadas;

d) Os que enriquecem as custas dos fiéis;

e) A venda de todo tipo de “amuletos”;

f) Liturgias, paramentos e dogmas inventados por Roma.

Sem falar que, no Brasil, a mãe de Jesus é NEGRA. Além de “padroeira” de uma nação tão idólatra e feiticeira, quanto os antigos efésios, coríntios, romanos, babilônios, etc. 

Isso, após mais de 2.000 anos de pregação do evangelho da Verdade. Aliás, este, sempre foi o objetivo principal da “Roma Papal”, excluir a Bíblia do povo, para continuar manipulando uma multidão cega, idólatra, a caminho do maior castigo humano, o INFERNO.

Fim da 1ª parte

Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber

Obs: Se quiser comentar a matéria, prepare-se com material histórico e arqueológico, não com palavrões e ofensas, como fazem alguns medíocres que desconhecem a verdade!
 

domingo, 15 de dezembro de 2013

É Bíblica a Oração aos Santos e a Maria?


Pergunta: "É bíblica a oração aos santos e a Maria?"

Resposta:
A questão que envolve os católicos orando a santos é cercada de confusão. A posição oficial da Igreja Católica Romana é que os católicos não orem a santos ou a Maria, mas ao invés disso, que os católicos podem pedir aos santos ou a Maria que orem por eles. 

A posição oficial da Igreja Católica Romana é que pedir aos santos por suas orações não é diferente do que pedir a alguém aqui na terra para orar por você. 

Contudo, a prática de muitos católicos diverge do ensinamento oficial da Igreja Católica Romana. De fato, muitos católicos oram diretamente a santos e/ou Maria, pedindo a eles ajuda. 

Qualquer que seja o caso, se a pessoa estiver orando a um santo ou a Maria, ou se a pessoa estiver pedindo a intercessão dos santos ou de Maria junto a Deus, nenhuma destas duas práticas tem qualquer base bíblica. Trata-se de uma atitude anti-bíblica.

Em nenhum lugar a Bíblia instrui os crentes em Cristo para que orem a qualquer um que não seja Deus. 

A Bíblia, em nenhum lugar, encoraja, ou mesmo menciona crentes pedindo a qualquer um no Céu por suas orações. Então, por que muitos católicos oram a Maria ou a santos, ou pedem suas orações? 

Os católicos veem a Maria e aos santos como “intercessores” perante Deus. Eles creem que um santo, que é glorificado no Céu, tem “acesso mais direto” a Deus do que temos nós. Por este motivo, se um santo entrega uma oração a Deus, isto é mais eficaz do que se nós orarmos diretamente a Deus. Este conceito é obviamente não-bíblico. Hebreus 4:16 nos diz que nós, crentes aqui na terra, podemos chegar “...com confiança ao trono da graça...”

I Timóteo 2:5 declara: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” Não há qualquer outro que possa ser mediador entre nós e Deus. 

Se Jesus é o ÚNICO mediador, isto indica que Maria e os santos não podem ser mediadores. Eles não podem mediar nossos pedidos de oração a Deus. 

Além disso, a Bíblia nos diz que o próprio Jesus Cristo está intercedendo por nós perante o Pai: “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25). 

Com o próprio Senhor Jesus intercedendo por nós, por que precisaríamos de Maria ou dos santos para interceder por nós? A quem Deus ouviria mais atentamente do que a Seu Filho? 

Romanos 8:26-27 descreve o Santo Espírito intercedendo por nós. Com o segundo (Jesus) e o terceiro (Espírito Santo) membros da Trindade já intercedendo por nós perante o Pai no Céu, que necessidade poderia haver que Maria ou os santos intercedessem por nós?

Os católicos colocam que orar a Maria e a santos não é diferente de pedir a alguém aqui na terra que ore por você. Examinemos isto: 

(1) O Apóstolo Paulo pede a outros cristãos que orem por ele em Efésios 6:19. Muitas Escrituras descrevem os crentes orando uns pelos outros (II Coríntios 1:11; Efésios 1:16; Filipenses 1:19; II Timóteo 1:3). 

A Bíblia em nenhum lugar menciona qualquer pessoa pedindo por alguém no Céu para que ore por ela. A Bíblia em nenhum lugar descreve qualquer pessoa no Céu orando por quem quer que seja na terra. 

(2) A Bíblia não dá absolutamente nenhuma indicação de que Maria ou os santos possam ouvir nossas orações. Maria e os santos não são oniscientes. Como poderiam ouvir as orações de milhões de pessoas? 

Todas as vezes que a Bíblia menciona orar ou falar com os mortos, é em um contexto de magia, bruxaria, necromancia e ocultismo – atividades que a Bíblia fortemente condena (Levítico 20:27; Deuteronômio 18:10-13). 

É evidente que orar a Maria ou a santos é completamente diferente de pedir a alguém aqui na terra para que ore por você. Uma coisa tem forte base bíblica, a outra não tem qualquer base bíblica.

Deus não responde orações baseado em quem está orando. Deus responde orações baseado no que se o que pedimos está de acordo com Sua vontade (I João 5:14-15). Não há absolutamente qualquer base ou necessidade de orar a qualquer um que não seja somente Deus. 

Não há qualquer base para que se peça àqueles que estão nos "céus" para que orem por nós. Somente Deus pode ouvir nossas orações. Somente Deus pode responder nossas orações. Ninguém no Céu tem acesso maior ao trono de Deus do que nós mesmos, através da oração (Hebreus 4:16).