sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Sabemos Onde Está a Arca da Aliança

Sabemos onde está a Arca da Aliança

 Maquete do Templo 

Projeto do Terceiro Templo


O rabino Chaim Richman é um dos mais influentes hoje em dia por causa de seu projeto de reconstrução do Terceiro Templo, que deverá ser erguido no seu local original.




Em uma longa reportagem feita pelo jornal inglês
The Telegraph, ele revelou alguns de seus segredos. 

Em uma das salas onde estão guardadas as peças principais do novo Templo, repousa a Arca da Aliança.

“Esta não é a verdadeira arca perdida”, diz ele ao repórter. ”Ela está escondida a cerca de um quilômetro daqui, em câmaras subterrâneas cavadas ainda nos dias de Salomão”.

Ele vai mais além “É verdade. Os judeus têm uma cadeia ininterrupta de informações gravadas e transmitidas de geração em geração, indicando a sua localização exata. Há um grande fascínio com a descoberta da arca perdida, mas ninguém pergunta aos judeus. 

Nós sabemos onde ela está há milhares de anos. Poderíamos escavá-la no alto do Monte do Templo [Moriá], mas essa área ainda é controlada pelos muçulmanos”.

Richman, 54, é o responsável pelo Instituto do Templo, organização que já fez todos os preparativos para sua reconstrução, incluindo as peças que seguem as orientações da Bíblia e o treinamento dos sacerdotes que servirão ali dia e noite.  Para muitos ele seria hoje o candidato mais forte a sumo-sacerdote, retomando a tradição que iniciou com Arão, o irmão de Moisés.

Contudo, o novo templo terá algumas diferenças do original. Não no projeto arquitetônico, mas na utilização de tecnologia de ponta. O rabino, por exemplo, usa em seu smartphone um aplicativo especialmente projetado para acender as luzes e abrir as cortinas.  

Ele também já tem pronto o projeto de um monotrilho, para transportar os visitantes até a porta. Uma caixa d’agua totalmente informatizada para controlar o uso de um bem tão precioso em Israel.  Richman explica que basta um toque e a torneira vai liberar a quantidade exata de água estipulada pela lei judaica para as lavagens rituais.

“Não há razão alguma para não usarmos a tecnologia, que é um milagre moderno, juntamente com os milagres celestiais. É parte da nossa visão [do templo] levando em conta a realidade de nosso tempo. Tenho certeza de termos elevadores de última geração e um moderno sistema de controle do estacionamento”, comemora.

Outro motivo de orgulho para o Instituto do Templo são todos os utensílios sagrados já prontos. As vestes do sumo-sacerdote, feitas estritamente segundo a tradição dos levitas, estão prontas. Incluindo as peças de ouro e o peitoral com 12 pedras preciosas. Seu custo foi estimado em quase 450 mil reais. [€ 160.000]. 

Há também trombetas de prata e harpas de madeira, bandejas para coletar o sangue dos sacrifícios, um incensário e a mesa onde fica o pão ritual. Lá fora,  repousa um candelabro cuidadosamente esculpido, com 90 kg de ouro e pesando 1,5 tonelada. Seu custo aproximado foi 3 milhões de reais [€ 1,4 mi].

Os 20 estudiosos do Talmude, que trabalham para o Instituto em tempo integral, elaboraram em detalhes todos os procedimentos seguindo as leis elaboradas cerca de 3.000 anos atrás. 

O Instituto liderado por Richman afirma que gastou mais de 30 milhões de dólares até o momento. Já se passaram 22 anos desde sua fundação. Aberto ao público, eles calculam que mais de um milhão de pessoas visitaram o local na última década.

Há uma expectativa crescente em Israel pela reedificação do Templo, garante ele. Mas ao mesmo tempo um temor quanto aos extremistas israelenses. Em 1984, um plano do grupo Jewish Underground para explodir o Domo da Rocha foi descoberto pela polícia. 

Outros palestinos acreditam que a ameaça vem do próprio governo israelense. Já no ano 2000, quando então líder da oposição, Ariel Sharon, visitou o local para enfatizar o controle de Israel sobre a área, iniciou-se a segunda intifada, na qual morreram 1.000 israelenses e 3.000 palestinos.

Nos últimos dois anos, uma série de líderes  políticos e religiosos vem lutando para reconquistar o direito dos judeus orarem livremente no Monte do Templo. As tentativas têm gerado conflitos entre árabes e judeus, quase sempre com a intervenção da polícia.
Os líderes palestinos tem acompanhado de perto a situação. 

“O desejo judeu é totalmente inaceitável, e poderia transformar a região em um barril de pólvora”, disse em maio o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.  O Sheikh Mohamad Hussein, o Grande Mufti de Jerusalém foi mais enfático: ”Os muçulmanos na Palestina e em outros lugares do mundo nunca aceitarão essa provocação e vamos impedir isso… Esta é a linha vermelha final para nós. Os israelenses e o mundo devem escutar atentamente o que estou dizendo”.

No entanto, mesmo entre a comunidade religiosa judaica, há quem se oponha.  Michael Melchior, um rabino ortodoxo e ex-membro do Parlamento, considera Richman e sua organização “irresponsáveis”. “No momento em que você anuncia que deseja construir um templo, perturba o equilíbrio delicado que nós criamos aqui”.

Porém, muitos questionam as afirmações do Instituto do Templo, e receiam que uma guerra contra os muçulmanos que juram defender até a morte o Domo da Rocha e a mesquita de Al Aqsa, atualmente no local do Templo.  

Sobre a localização da Arca da Aliança, Shimon Gibson, um arqueólogo renomado do Instituto Albright, em Israel, defende que a Arca foi destruída em 587 a.C. quando os babilônios saquearam Jerusalém e tiraram todo o ouro que estava no templo, derretendo todos os utensílios. 

Outros estudiosos acreditam que ela foi levada para a África. Uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia defende que eles são os guardiões da Arca há séculos. Até hoje ela estaria na cidade de Aksum, na conhecida “Capela das Tábuas da Lei” .

As muitas tradições religiosas sobre o local prevalecem entre os judeus mais ortodoxos, e também a confiança nas profecias bíblicas que o Templo voltará ser erguido.  Desde a destruição do Segundo Templo, no ano 70, o acesso dos judeus foi severamente restringido ou mesmo proibido por governantes cristãos e islâmicos que governaram Israel.

“Trata-se do território de Deus. O Islã aproveitou nosso exílio e se apoderou do Monte do Templo e diz que os judeus nunca estiveram aqui”, lamenta Richman. “Estamos prontos para restaurar este lugar à sua antiga glória… temos condições de construir o templo se realmente quisermos! Deus deve estar se perguntando o que estamos esperando”.

Com informações de Telegraph.

Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber
 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Meu Marido Pediu Divórcio, e Agora?


Meu Marido Pediu Divórcio, e Agora?
Assino ou Não?







SE O DIVÓRCIO BATER EM SUA PORTA, O QUE VOCÊ FAZ?  ASSINA OU NÃO ?

Com toda certeza a resposta é não. Você não deve assinar. Infelizmente muitos casais estão tratando o divórcio como solução de problemas, mas sabemos que o divórcio não é uma solução e sim a consequência. 
 
Penalizar o casamento pela falta de dialogo é burrice. Colocar tudo a perder antes de tentar uma reconciliação é, no mínimo, imprudência.

VAMOS TRATAR COM FRANQUEZA O ASSUNTO.

Em Malaquias 2:16, está escrito: “Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel.”

De acordo com a Bíblia, o plano de Deus é que o casamento seja um compromisso para toda a vida. “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”.(Mateus 19:6)

A verdade é que Deus sabe que o casamento envolve dois seres humanos pecadores, falhos e cabeça dura e por isto o divórcio vai ocorrer e isto é fato.

Mas vale apontar algumas situações que precisam ser abordadas.

Primeiro:

Deus odeia o ato do divórcio e não o divorciado, assim como ele odeia o pecado e não o pecador.

Um estuprador tem direito a pedir perdão e recomeçar a sua vida; Um assassino tem direito a refazer a sua história e voltar à sociedade; Hitler, se tivesse pedido perdão a Deus por ter matado 6 milhões de judeus teria direito ao perdão e se estivesse vivo, seria conduzido a refazer a sua história.

Então eu pergunto: "Deus vai me odiar porque eu fiz uma escolha equivocada ?"

Com certeza não, pois como eu disse no principio, "DEUS ODEIA O ATO DO DIVÓRCIO E NÃO O DIVORCIADO"

Segundo:

"O que uniu Deus não separe o homem". Esta é simples e vem com uma pergunta:

Todo os seres, em casamento, foi Deus quem uniu? O rapaz que engravidou a moça e se casou por obrigação, foi Deus quem uniu? Casamentos arranjados, focados em herança familiar e com interesses financeiros, foi Deus quem uniu? Moças que dão o golpe da barriga, só para se dar bem com o playboyzinho da cidade, foi Deus quem uniu? O rapaz ou a moça que não vive bem em casa, não convive bem com os pais e se unem em casamento só para sair de casa, foi Deus quem uniu?

NÃO ESTAMOS JUSTIFICANDO O DIVÓRCIO, MAS ESCLARECENDO SITUAÇÕES.

INFELIZMENTE EXISTEM MUITOS CASAMENTOS QUE NÃO SÃO DE DEUS, NÃO ACONTECERAM DENTRO DOS PRINCIPIO DIVINOS, NÃO FORAM ORIENTADOS, ACONSELHADOS E NEM ACOMPANHADOS POR UM PASTOR OU PELOS PRÓPRIOS PAIS.

Eu, Pastor Melqui, não aconselho ninguém a se divorciar, mas em certos casos reconheço que o melhor para as pessoas envolvidas é buscar uma nova história, procurar se consertar diante de Deus, resolver o que tem que ser resolvido e pedir perdão ao que tem que ser perdoado.

O divórcio só deve ser visto como o último caso, depois de se tentar, tentar, tentar e tentar mais uma vez. Contudo, se nem assim foi possível, tente mais um vez, depois mais uma, aí sim pode-se pensar no divórcio. 
 
Mas lembre-se, toda e qualquer decisão terá um reflexo para a vida toda, sendo assim, muito cuidado, muita calma e não faça nada com a cabeça quente e nem de forma precipitada.

DIZ A BÍBLIA QUE TODA AUTORIDADE NA TERRA FOI CONSTITUÍDA POR DEUS, SENDO ASSIM, UMA VEZ QUE A JUSTIÇA HUMANA DISSE QUE VOCÊ ESTÁ SOLTEIRA LEGALMENTE, A PRÓPRIA BÍBLIA TE ABENÇOA. 
 
DEPOIS DE RESOLVER TODA A QUESTÃO BUROCRÁTICA, A SEPARAÇÃO É LEGAL E BIBLICAMENTE RECONHECIDA.

É CLARO QUE NÃO VAMOS SAIR POR AÍ ACONSELHANDO AS PESSOAS A SE DIVORCIAREM, MAS TAMBÉM NINGUÉM É OBRIGADO A VIVER INFELIZ PELO RESTO DA VIDA. 
 
MAS ANTES DE QUALQUER DECISÃO LEMBRE-SE:

DIVÓRCIO NÃO É SOLUÇÃO E SIM CONSEQUÊNCIA. ATAQUE AS CONSEQUÊNCIAS E O DIVÓRCIO DEIXARÁ DE SER UMA AMEAÇA EM SEU LAR.

Informações ou aconselhamento:
pastormelquigomes@hotmail.com
— com Sasha Monteiro Renato Muller 

Pr. Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber
 

Palavras Sobre o Adultério 4

Palavras Sobre o Adultério 4

Duas Matérias Importantes:

1 - Pedido de socorro de uma esposa aflita.
2 - Seu marido ou sua esposa sabe a sua senha do Facebook ou das redes sociais?


MUITOS CASAMENTOS ESTÃO SENDO DESTRUÍDOS PELOS ESPÍRITOS DO ADULTÉRIO E DA SEDUÇÃO.

Insatisfação na vida sexual ou no casamento, fantasias, propostas, desvio de conduta, ou armadilha do diabo, não importa, esta é uma área que acaba com o ministério de qualquer homem de Deus. 

Destrói famílias, e joga na lama os sonhos de milhares e milhares de esposas ou maridos. 

No altar das Igrejas pouco se fala neste assunto, mas na mesma proporção que não se aborda a fidelidade nas Igrejas, nas novelas, nos filmes e no mídia em geral o que mais se destaca é a vida fácil de pecado e a sexualidade desenfreada das pessoas. 

Recebemos um e-mail de uma irmã do estado de São Paulo. Um grito de socorro, um pedido de ajuda, um desabafo. Vamos publicar parte do conteúdo, mas informamos que foi com autorização. Por motivos óbvios vamos omitir o nome das pessoas, Igreja, e a cidade onde moram.

"A paz do Senhor Jesus Pastor Melqui.

Sou evangélica tenho 42 anos e meu esposo 45, somos casados há 23 anos, temos três filhos e até pouco tempo um casamento feliz e realizado. olha pastor, tenho acompanhado o que o senhor escreve na internet e infelizmente muitas das coisas que o senhor fala também serve para mim. 

Eu estou passando por um terrível deserto em meu casamento. A mais ou menos 8 meses, entrou em minha vida uma jovem de apenas 20 anos de idade, Meu marido perdeu a cabeça e se envolveu com ela, trocam mensagens pelo celular quando ele esta em casa, ela trabalha com meu esposo e estão juntos o dia todo, dividindo a mesma sala, ela é 22 anos mais jovem do que eu, mais bonita e tem o corpo mais atraente. 

Pastor é impossível eu competir com uma menina que tem idade para ser minha filha, eu tive três filhos e meu corpo já não é mais o mesmo. Me sinto um lixo, minha autoestima está abalada, só sei chorar e me culpar pelo que está acontecendo. 

Pastor, Meu casamento era perfeito, agora tudo foi destruído. Um espírito de sedução entrou em meu casamento e acabou com a minha vida. Me ajude pastor, eu te peço ore por mim, não quero ver meu esposo em adultério e não aceito perder minha família para uma menina que não sabe o que significa um lar. 

Liguei pra ela e ela zombou da minha cara e até me chamou de velha" o que eu faço Pastor Melqui ?"

DIZ A BÍBLIA:

"Meu filho, dê atenção à minha sabedoria, incline os ouvidos para perceber o meu discernimento. Assim você manterá o bom senso, e os seus lábios guardarão o conhecimento. Pois os lábios da mulher imoral destilam mel; sua voz é mais suave que o azeite, afiada como uma espada de dois gumes. Os seus pés descem para a morte; os seus passos conduzem diretamente para a sepultura." (Provérbios 5:1-5)

Cuidado homens, não troque o que você tem pelo que você não conhece, uma mulher que se dispõe a deitar-se com você, mesmo sem conhecer a sua história ou a sua vida, é provável que ela vá se deitar com outros pelos mesmos motivos.

Abaixo, mais um assunto muito importante para os Casais. Trata-se das senhas na internet, principalmente, em redes sociais, como o Facebook!


SEU MARIDO OU ESPOSA SABE A SENHA DO SEU FACE, OU ELA É MANTIDA EM SEGREDO ?

Em muitas famílias, a internet chegou como meio de pesquisas escolares, com o passar do tempo se transformou em ferramenta de trabalho.

Em seguida passou a ser disputada por pais e filhos e agora infelizmente, deixou de ser bênção para ser maldição em muitos lares. 

As redes sociais tornaram-se uma verdadeira epidemia no mundo atual, a crescente necessidade do ser humano de se comunicar fez com que milhões de pessoas utilizassem este recurso como ferramenta de amizade. 

O que muitos não sabem ou fingem não saber é que a aproximação também gera intimidade e a intimidade pode facilmente gerar o pecado. 

Proteja-se deste risco compartilhando com a sua esposa ou esposo a senha do seu face ou de outras redes sociais que você utiliza. Se você não tem nada a esconder é bom que a pessoa que você ama, também seja amiga dos seus amigos, mesmo os que são virtuais.

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
SEU MARIDO, SUA ESPOSA, SEU NAMORADO OU NAMORADA TEM A SENHA DO SEU FACE ?

Arte e texto: Pastor Melqui

Pr. Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber

Palavras Sobre o Adultério 3

Palavras Sobre o Adultério 3

Como Identificar Um Marido Sem Vergonha!


Maridos sem vergonha é todo aquele que não se dá o respeito nem na frente da esposa, ou aquele que não pode ver uma mulher na rua que logo fica cheio de graça.

Sem vergonha é o homem casado que tem a cara de pau de investir o seu tempo com gracejos e elogios a mulheres da escola, do trabalho, da igreja ou da academia.

Estão sempre dispostos a ser gentis com quem está do lado de fora, mas nunca com a esposa que tem dentro de casa.

Atenção Maridos... Cuide do que você tem... Dedique-se a quem Deus colocou em sua vida.

LEMBRE-SE, A ESPOSA É O QUE O MARIDO FAZ DELA. 
SUA ESPOSA SERÁ UMA PRINCESA OU UMA BRUXA... 
TUDO VAI DEPENDER DE COMO VOCÊ A TRATA.


 Arte e Texto: Pastor Melqui

Pr. Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber


Palavras Sobre o Adultério 2


PALAVRAS SOBRE O ADULTÉRIO 2


NÃO ACEITE SER AMANTE...

Não aceite ficar com o resto que cai da mesa de outra família...
Busque um relacionamento sadio e longe de problemas e maldições...

DEUS TEM O MELHOR PRA VOCÊ!

Assim são os lábios do homem ou da mulher que vivem no Adultério:  "Destilam mel, sua voz é mais suave que o azeite, mas no final é mais amarga como o fel, afiada como uma espada de dois gumes. Os seus pés descem para a morte; os seus passos conduzem diretamente para a sepultura.Ela não pondera a vereda da vida; incertos são os seus caminhos, e ela o ignora. Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca. Afasta para longe dela o teu caminho, e não te aproximes da porta da sua casa; para que não dês a outros a tua honra, nem os teus anos a cruéis" (Provérbios 5:3-9).


 
Não se iluda!  
Ser amante é ser Funcionário do Inferno!

A conversa é sempre a mesma, seja homem ou mulher, a historinha sempre se repete. "Meu casamento não vai bem", "Minha esposa não me entendi", "Minha vida sexual é um fracasso", "Meu marido é um grosso", "Não aguento mais viver infeliz". Blá, blá, blá... 


Infelizmente sabemos que casamento é um desafio, viver casado é um ministério que poucos entendem o verdadeiro significado. 

Agora, viver na prática do adultério, se envolvendo com pessoas comprometidas, destruindo lares é burrice e as consequências são terríveis. 

Quem escolheu ser amante, sendo homem ou mulher, não adianta acreditar que Deus tem a obrigação de te abençoar. Deus não vai abençoar quem está na prática do adultério. 

Infelizmente algumas pessoas são muito cara de pau, vivem buscando revelação de Deus, para saber se uma união gerada no adultério tem chances de dar certo. 

Se você está nesta situação, entenda uma coisa, Deus não tem compromisso com quem destrói lares e nem ouve orações de quem vive na pratica do adultério. 

O mesmo demônio que usa uma pessoa para destruir uma família, amanhã usará outra, para destruir o lar que ele mesmo gerou. 

Antes de sair procurando um novo namorado ou namorada certifique-se, se a pessoa é casada ou não, se for, não empreste seu corpo para ser usado por uma pomba-gira e nem a sua carteira de trabalho para se tornar um funcionário do inferno.
NINGUÉM CONSEGUIRÁ SER FELIZ DIANTE DE DEUS, PROVOCANDO A INFELICIDADE NOS OUTROS.

Arte e texto: Pastor Melqui


Pr. Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber


Palavras Sobre o Adultério 1


PALAVRAS SOBRE O ADULTÉRIO 1


Amante é um enviado do inferno só para destruir famílias.

A conversa é sempre a mesma, seja homem ou mulher, a historinha sempre se repete. "Meu casamento não vai bem", "Minha esposa não me entendi", "Minha vida sexual é um fracasso", "Meu marido é um grosso", "Não aguento mais viver infeliz". Blá, blá, blá... 

Infelizmente sabemos que casamento é um desafio, viver casado é um ministério que poucos entendem o verdadeiro significado. 

Agora, viver na prática do adultério, se envolvendo com pessoas comprometidas, destruindo lares é burrice e as consequências são terríveis. 

Quem escolheu ser amante, sendo homem ou mulher, não adianta acreditar que Deus tem a obrigação de te abençoar. 

Deus não vai abençoar quem está na prática do adultério. Infelizmente algumas pessoas são muito cara de pau, vivem buscando revelação de Deus, para saber se uma união gerada no adultério tem chances de dar certo. 

Se você está nesta situação, entenda uma coisa, Deus não tem compromisso com quem destrói lares e nem ouve orações de quem vive na pratica do adultério. 

O mesmo demônio que usa uma pessoa para destruir uma família, amanhã usará outra, para destruir o lar que ele mesmo gerou. 

Antes de sair procurando um novo namorado ou namorada certifique-se, se a pessoa é casada ou não, se for, não empreste seu corpo para ser usado por uma pomba-gira e nem a sua carteira de trabalho para ser um funcionário do inferno.

NINGUÉM CONSEGUIRÁ SER FELIZ DIANTE DE DEUS, PROVOCANDO A INFELICIDADE NOS OUTROS.

Arte e texto: Pastor Melqui

Pr. Gil Corrêa
Diretor e Pesquisador
O Portal do Saber
 

sábado, 28 de dezembro de 2013

Deus Quer Que Todos Sejamos Prósperos?

 
DEUS QUER QUE TODOS SEJAMOS PRÓSPEROS FINANCEIRAMENTE? SEMPRE?

A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. 
É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. 
Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). 
Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.

Através dos séculos, as religiões vêm pregando que existe uma relação entre Deus e a prosperidade material das pessoas. 
No Antigo Oriente, as religiões consideradas pagãs estabeleceram milênios atrás um sistema de culto às suas divindades que se baseava nos ciclos das estações do ano, na busca do favor dessas divindades mediante sacrifícios de vários tipos e na manifestação da aceitação divina mediante as chuvas e as vitórias nas guerras. 
A prosperidade da nação e dos indivíduos era vista como favor dos deuses, favor esse que era obtido por meio dos sacrifícios, inclusive humanos, como os oferecidos ao deus Moloque. 
No Egito antigo a divindade e poder de Faraó eram mensurados pelas cheias do Nilo. As religiões gregas, da mesma forma, associavam a prosperidade material ao favor dos deuses, embora estes fossem caprichosos e imprevisíveis. As oferendas e sacrifícios lhes eram oferecidas em templos espalhados pelas principais cidades espalhadas pela bacia do Mediterrâneo, onde também haviam templos erigidos ao imperador romano, cultuado como deus.

A religião dos judeus no período antes de Cristo, baseada no Antigo Testamento, também incluía essa relação entre a ação divina e a prosperidade de Israel. Tal relação era entendida como um dos termos da aliança entre Deus e Abraão e sua descendência. 
Na aliança, Deus prometia, entre outras coisas, abençoar a nação e seus indivíduos com colheitas abundantes, ausência de pragas, chuvas no tempo certo, saúde e vitória contra os inimigos. Essas coisas eram vistas como alguns dos sinais e evidências do favor de Deus e como testes da dependência dele.

Todavia, elas eram condicionadas à obediência e só viriam caso Israel andasse nos seus mandamentos, preceitos, leis e estatutos. Estes incluíam a entrega de sacrifícios de animais e ofertas de vários tipos, a fidelidade exclusiva a Deus como único Deus verdadeiro, uma vida moral de acordo com os padrões revelados e a prática do amor ao próximo. 
A falha em cumprir com os termos da aliança acarretava a suspensão dessas bênçãos. Contudo, a inclusão na aliança, o favor de Deus e a concessão das bênçãos não eram vistos como meritórios, mas como favor gracioso de Deus que soberanamente havia escolhido Israel como seu povo especial.

O Cristianismo, mesmo se entendendo como a extensão dessa aliança de Deus com Abraão, o pai da fé, deu outro enfoque ao papel da prosperidade na relação com Deus. 
Para os primeiros cristãos, a evidência do favor de Deus não eram necessariamente as bênçãos materiais, mas a capacidade de crer em Jesus de Nazaré como o Cristo, a mudança do coração e da vida, a certeza de que haviam sido perdoados de seus pecados, o privilégio de participar da Igreja e, acima de tudo, o dom do Espírito Santo, enviado pelo próprio Deus ao coração dos que criam. 
A exultação com as realidades espirituais da nova era que raiou com a vinda de Cristo e a esperança apocalíptica do mundo vindouro fizeram recuar para os bastidores o foco na felicidade terrena temporal, trazida pelas riquezas e pela prosperidade, até porque o próprio Jesus era pobre, bem como os seus apóstolos e os primeiros cristãos, constituídos na maior parte de órfãos, viúvas, soldados, diaristas, pequenos comerciantes e lavradores. Havia exceções, mas poucas. Os primeiros cristãos, seguindo o ensino de Jesus, se viam como peregrinos e forasteiros nesse mundo. O foco era nos tesouros do céu.

A Idade Média viu a cristandade passar por uma mudança nesse ponto (e em muitos outros). A pobreza quase virou sacramento, ao se tornar um dos votos dos monges, apesar de Jesus Cristo e os apóstolos terem condenado o apego às riquezas e não as riquezas em si. 
Ao mesmo tempo, e de maneira contraditória, a Igreja medieval passou a vender por dinheiro as indulgências, os famosos perdões emitidos pelo papa (como aqueles que fizeram voto de pobreza poderiam comprá-los?). Aquilo que Jesus e os apóstolos disseram que era um favor imerecido de Deus, fruto de sua graça, virou objeto de compra. Milhares de pessoas compraram as indulgências, pensando garantir para si e para familiares mortos o perdão de Deus para pecados passados, presentes e futuros.

A Reforma protestante, nascida em reação à venda das indulgências, entre outras razões, reafirmou o ensino bíblico de que o homem nada tem e nada pode fazer para obter o favor de Deus. Ele soberana e graciosamente o concede ao pecador arrependido que crê em Jesus Cristo, e nele somente. 
A justificação do pecador é pela fé, sem obras de justiça, afirmaram Lutero, Calvino, Zwinglio e todos os demais líderes da Reforma. Diante disso, resgatou-se o conceito de que o favor de Deus não se pode mensurar pelas dádivas terrenas, mas sim pelo dom do Espírito e pela fé salvadora, que eram dados somente aos eleitos de Deus. 
O trabalho, através do qual vem a prosperidade, passou a ser visto, particularmente nas obras de Calvino, como tendo caráter religioso. Acabou-se a separação entre o sagrado e o profano que subjaz ao conceito de que Deus abençoa materialmente quem lhe agrada espiritualmente. O calvinismo é, precisamente, a primeira ética cristã que deu ao trabalho um caráter religioso.

Mais tarde, esse conceito foi mal compreendido por Max Weber, que traçou sua origem à doutrina da predestinação como entendida pelos puritanos do século XVIII. 
Weber defendeu que os calvinistas viam a prosperidade como prova da predestinação, de onde extraiu a famosa tese que o calvinismo é o pai do capitalismo. As conclusões de Weber têm sido habilmente contestadas por estudiosos capazes, que gostariam que Weber tivesse estudado as obras de Calvino e não somente os escritos dos puritanos do séc. XVIII.

Atualmente, em nosso país, a idéia de que Deus sempre abençoa materialmente aqueles que lhe agradam vem sendo levada adiante com vigor, não pelos calvinistas e reformados em geral, mas pelas igrejas evangélicas chamadas de neopentecostais, uma segunda geração do movimento pentecostal que chegou ao Brasil na década de 1900. A mensagem dos pastores, bispos e “apóstolos” desse movimento é que a prosperidade financeira e a saúde são a vontade de Deus para todo aquele que for fiel e dedicado à Igreja e que sacrificar-se para dar dízimos e ofertas.

Correspondentemente, os que são infiéis nos dízimos e ofertas são amaldiçoados com quebra financeira, doenças, problemas e tormentos da parte de demônios. 
Na tentativa de obter esses dízimos e ofertas, os profetas da prosperidade promovem campanhas de arrecadação alimentadas por versículos bíblicos frequentemente deslocados de seu contexto histórico e literário, prometendo prosperidade financeira aos dizimistas e ameaçando com os castigos divinos os que pouco ou nada contribuem.

O crescimento vertiginoso de igrejas neopentecostais que pregam a prosperidade só pode ser explicado pela idéia equivocada que o favor de Deus se mede e se compra pelo dinheiro, pelo gosto que os evangélicos no Brasil ainda têm por bispos e apóstolos, pela idéia nunca totalmente erradicada que pastores são mediadores entre Deus e os homens e pelo misticismo supersticioso da alma brasileira no apego a objetos considerados sagrados que podem abençoar as pessoas.

Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais de usar no culto a Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em práticas supersticiosas e procurando obter prosperidade material por meio de pagamento de dízimos e ofertas me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro e sua teologia da prosperidade não são, na verdade, filhos da Igreja medieval, uma forma de neo-catolicismo tardio que surge e cresce em nosso país onde até os evangélicos têm alma medieval.

Fonte: Augustus Nicodemus Lopes